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quinta-feira, 18 de setembro de 2025

OAs próximas gerações terão muito a estudar, escrever, pensar

 


Os políticos não devem esquecer que serão objeto de estudos, livros, teses de mestrado e doutorado etc.

A história é implacável com os líderes ruins e representantes que frustraram o povo.

O Congresso Nacional, o Poder Judiciário e o Executivo têm a imensa responsabilidade de lealdade ao futuro do Brasil.

Nosso passado não foi lisonjeiro...

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

A DEMOCRACIA E AS FORÇAS ARMADAS

 

MARAVILHOSAMENTE NOSSAS FORÇAS ARMADAS NÃO SÃO MERCENÁRIAS.

BOLSONARO NÃO CONSEGUIU FAZÊ-LAS INDIGNAS DE NOSSO POVO.

sábado, 16 de abril de 2022

Parabéns à Justiça Eleitoral do Brasil, quem tem medo das eleições, uma ...


Parabéns ao TSE, STF, Congresso Nacional, Donald Trump, Rússia, Fake News, eleições 2022, Democracia, História do Brasil, provocações de campanha, disputa eleitoral, urna digital, clone tropical do Trump, Putin, censura, terrorismo eleitoral, fragilidades democráticas, ditaduras

 

https://www.bing.com/search?q=donald+trump&form=CHRDEF&sp=-1&pq=donald+trump&sc=8-12&qs=n&sk=&cvid=CED7A3F3ECEC4191B3E440E8992E565C

 

https://www.bing.com/search?q=bolsonaro&form=CHRDEF&sp=-1&pq=bolsonaro&sc=8-9&qs=n&sk=&cvid=654D0C41EC3F40E5AF56D32487A2AD30

 

https://www.tse.jus.br/

 

 


quinta-feira, 24 de março de 2022

CELSO AMORIM, PEDRO BIAL, OTAN, RÚSSIA X UCRÂNIA, LULA E BRASIL


PEDRO BIAL E CELSO AMORIM, LULA, OTAN, POLÍTICA, BOLSONARO, RÚSSIA, UCRÂNIA, PUTIN, DEMOCRACIA, FASCISMO, ELEIÇÕES 2022, DITADURAS, POLÍTICA EXTERNA, EUA, CORRUPÇÃO, FORÇAS ARMADAS, REPÚBLICA VELHA


https://youtu.be/4LKHucBPT7U




sexta-feira, 11 de março de 2016

"O DESAFIO DA MUDANÇA" ● Leandro Karnal ● Palestra







Publicado em 11 de jan de 2016
"O DESAFIO DA MUDANÇA" ● Leandro Karnal ● Palestra


Palestra realizada dia 10/12/2015
Local: Plenário Ministro Coqueijo Costa do Tribunal Regional do Trabalho TRT 15

Facebook: https://www.facebook.com/sb.031/?ref=...
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O Brasil em crise, por quê? Nossas concessionárias - o processo de privatização funcionou?

A privatização das estatais e os governantes de plantão
No império o estilo de D. Pedro II manteve o Brasil unido em torno de pessoas pouco criativas e morbidamente escravagistas [1].
A República nasceu de forma extravagante e gerou mais violência do que soluções. Demorou, mas depois de muitas constituições e sob o efeito de um cenário nacional e internacional terrível, como sempre foi o ambiente da Humanidade, tivemos a impressão de que poderíamos ser uma grande nação. O calvário nesse caminho merece estudos e análises de bons pesquisadores.
As dívidas e o Brasil apareceram com D. João VI [1] e nunca mais se afastaram de nossas contas externas.
Guerras, guerrinhas, conflitos de todas as cores e espécies travaram nossos governantes, ainda que eventualmente sérios e responsáveis. Mudanças de constituição e de padrões de governo foram um desastre. Sem estabilidade institucional e sendo muito grande o Brasil se nivelou por baixo [2].
Os serviços essenciais podem ilustrar bem o que foi e tem sido o Brasil, que até a crise de 1929 era objeto de atenção de grupos estrangeiros poderosos.
As estatais brasileiras surgiram por efeito da indiferença dos grandes investidores estrangeiros e abusos que cometiam contra o nosso povo, esse, pelo menos era o discurso. Infelizmente, por pressões de especialistas de aluguel e lideranças radicais não criamos indústrias e tecnologia nacional, apenas comprávamos o que era necessário para suprir as vaidades de alguns e o que era necessário para as rotinas da vida. Aqui estudamos muito a arte da manutenção e operação ao gosto das empresas, só.
Construímos empresas respeitáveis, apesar de tudo. A CSN [ [3], Vale do Rio Doce [4], Petrobras, Eletrobras, RFFSA [5], TELEBRAS, Caixa Econômica, EBTU, etc. cumpriram suas obrigações e também sofreram as maldades daqueles que puderam governá-las , assim como tiveram alguns períodos de glória. Empresas 100% estatais ou de capital misto foram necessárias em tempos de crises internacionais, quando o Brasil era a última prioridade de possíveis investidores, e depois para organizar um país que era uma tremenda colcha de retalhos insuficientes ao seu desenvolvimento.
Na área energética nosso país deslanchou na década de setenta para depois afundar vendo algumas de suas estatais pessimamente mal administradas e adotando um modelo de privatização (ou doação?) que transformou concessionárias e serviços essenciais em objeto de lucro, acima de tudo, fiscalizadas por agências torpedeadas sistematicamente (recursos contingenciados, autoridade dividida etc.). Agora enfrentam uma tremenda crise após uma sequência equivocada de ações federais recentes, a estiagem, atraso de obras estruturais e a especulação absurda (que mereceria uma auditagem exemplar).
O lucro é fundamental assim como os impostos que os governos cobram para manter suas estruturais, mas a corrupção e o desmazelo se transformaram em câncer devastador, elevando a base de cálculo de tarifas, preços e impostos.
Serviços essenciais e empresas estratégicas sempre foram objeto de atenção popular e desenvolvimento de empresas (estatais, mistas, privadas) com privilégios e apoios necessários e suficientes para que em países mais inteligentes o controle de suas atividades não fosse parar longe de suas fronteiras. Quando alguns países afundaram a internacionalização veio como uma forma de corrigir vícios e costumes exagerados, afinal os investidores estrangeiros pelo menos querem sucesso e lucro com suas empresas e a população pode cansar de administrações caóticas.
Empresas de interesse social precisam ter um padrão ético exemplar, de modo a poderem explicar e justificar seus custos, isso acontece? Principalmente as concessionárias são submetidas a auditorias independentes e competentes? Zelam pela transparência? No Brasil que empresas de auditoria independentes, bem estruturadas, sérias e livres de suspeitas estão em atividade por determinação de prefeitos, governadores e do sistema federal de vigilância? Pagamos tarifas justas?
Infelizmente os impostos sobre os serviços essenciais são pesados, ou seja, governantes dependem desse dinheiro para seus planos e assim os municípios, estados e a União se tornam parte interessada nos custos. Os votos são mais fáceis se ao final de mandato apresentarem uma “boa” administração e ações de midiáticas [6] impressionantes...
Tarifas devem ter valores definidos com extrema cautela e atenção a planos estratégicos bem definidos e debatidos com aqueles que dependem de seus serviços, sistemas e produtos. Isso é feito aqui?
O Brasil mais uma vez mergulha nos efeitos dos desgovernos existentes. Nesses últimos anos a verdade era proibida, privilégio de alguns. Muito mais agradável era repetir a mídia de políticos e partidos no comando, o nosso povo estava “ligado” na Copa do Mundo.
Os riscos conhecidos e escondidos e, para azar (ou sorte para alguns, pois teve gente que faturou alto) daqueles que decidem levaram nosso povo ao pesadelo atual. As piores hipóteses aconteceram. De repente descobrimos que as campanhas eleitorais recentes disseram tudo, menos a realidade dura e cruel que haveria em muitos lugares. Investimos muito para perder de 7 a 1. Tivemos partidos e políticos mais sinceros, mas o populismo [7] venceu nessa terra em que a escolarização em todos os níveis em grande escala é fato recente e cidadania é coisa rara.
Vamos pagar contas pesadas, perder benefícios, ser tratados como vilões, afinal sempre há o que dizer contra o povo, mais ainda se lideranças significativas e turbinadas por preconceitos estiverem em postos importantes.
E agora?
O ideal seria a renúncia coletiva dos eleitos e o TSE partir para novas eleições, pura ilusão, contudo, se acreditarmos que com os partidos políticos existentes e nosso povo desorientado pela realidade tomará decisões sensatas a favor do Brasil. Ou seja, o ideal pode ser uma tragédia, pois os mesmos terão o aval de duas eleições e depois: sai da frente!
Precisamos consultar espíritos e sábios para desatar o nó górdio em que estamos. Entre nós, os comuns, será prudente debater exaustivamente o que aconteceu e meditar, rezar, orar para que o exemplo do Juiz Sérgio Moro (mais o apoio do MPF e PF) seja valorizado firmemente de modo a que não contaminem processos com firulas jurídicas e políticas.
Além dos processos por ações dolosas confessadas e evidentes a qualquer cidadão medianamente informado, devemos rever lógicas de desenvolvimento e subordinação a interesses predatórios de investidores e políticos. Nosso povo não está no deserto e o maná não vai cair. Não teremos a “bondade” dos donos do dinheiro e das ações colocadas no mercado estrangeiro, por exemplo.
Precisamos, mais do que nunca, de correções dos pacotes tenebrosos criados no início desse ano e mudanças em nossa política fiscal; cansamos de pagar impostos, taxas, tarifas, encargos, carimbos etc. para compensar erros de toda espécie e sustentar a burocracia sufocante de inúmeras repartições públicas criadas para materializar leis bonitas e mal feitas.
A história das grandes estatais, das concessionárias de capital misto e privadas mostra de forma clara e inequívoca o sentimento de amor à Pátria, a farsa das ideologias e partidos políticos, o comportamento de corporações e em última instância o que é o ser humano, em suas virtudes e defeitos.
Onde nascemos, nessa terra rica e povo ainda inculto, mais uma vez estamos no meio de uma tremenda crise. Será a última? Vamos aprender a lição?
O Brasil merece uma recriação, de que jeito?

Cascaes
25.2.2015

[1]
J. C. Cascaes. [Online]. Available: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/.
[2]
J. C. Cascaes. [Online]. Available: http://o-irredento.blogspot.com.br/.
[3]
“Criação da Companhia Siderúrgica Nacional,” [Online]. Available: http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/anos37-45/EstadoEconomia/CSN.
[4]
“Vale S.A.,” [Online]. Available: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_S.A.. [Acesso em 27 2 2015].
[5]
D. A. /. L. L. d. Santos., “A Ferrovia Atualmente,” 26 2 2015. [Online]. Available: http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/especiais/ferrovia-130-anos/a-ferrovia-atualmente.jpp.
[6]
J. C. Cascaes. [Online]. Available: http://querendo-entender-filosofia.blogspot.com.br/.
[7]
F. S. Araujo, “Populismo,” [Online]. Available: http://www.infoescola.com/politica/populismo/.



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Momentos difíceis e medicina política desacreditada

Um remédio perigoso
Nações desenvolvidas já aprenderam que a liberdade e a democracia conduzem à Justiça, ao Estado de Direito. Todas as nações modernas e cultas vieram de tempos de discriminação, intolerância, segmentação da sociedade e sistemas políticos onde a arbitrariedade a partir de poucos era a forma de governo. Com muitas revoluções e guerras viveram períodos de amadurecimento e sofrimentos indizíveis.
No Brasil o centralismo e o poder de um imperador, aristocratas e latifundiários dos tempos do Império geraram uma República ancorada no corporativismo militar alternativamente ao de grandes proprietários, empresários e políticos, sempre com o discurso da força do governo eleito, a princípio, a bico de pena e cédulas e urnas vigiadas, agora modernas, digitais e carentes de auditagens. Os períodos ditatoriais tiveram amparos externos e adaptações tropicais. Talvez o mais organizado tenha sido o governo militar que iniciou em 1964, ele também gradativamente adquirindo colorações corporativas e de culto a chefes escolhidos no Almanaque do Exército.
Quem de fato reagiu aos excessos de comandantes alucinados foi o Presidente Ernesto Geisel, abrindo o caminho para a redemocratização. Foram momentos que num dia futuro bons historiadores registrarão em detalhes.
O que sentimos naquela época em que o totalitarismo era a receita para alguns continentes?
Os ditadores podem ser pessoas inteligentes, cultas, honestas, nacionalistas, dominadas pelas melhores intenções de bem governar, mas o Brasil não é um pequeníssimo país como existem muitos por aí. Nossa pátria gigantesca é multicolorida, com inúmeras culturas imersas em suas cidades e lugarejos. Para administrar nosso país precisamos de centenas de milhares de pessoas que dominam seus cargos e deles tiram poderes para se valorizarem perante a sociedade.
O resultado dessa dependência de inúmeros subalternos é o padrão de governo que geram, melhor ou pior dependendo do caráter de cada um e desse conjunto nem sempre harmonioso e bem preparado. Os grandes empreiteiros e empresários da época logo aprenderam a ganhar contratos e privilégios...
O estilo autocrático radicalizado pode gerar desvios lamentáveis e a história da Humanidade está cheia de exemplos de incrível bestialidade, inclusive em nações que pareciam cultas, evoluídas, bem formadas.
Com certeza estamos num momento extremamente delicado e frágil de nossa história. Saímos de um processo eleitoral em que tudo o que foi prometido simplesmente está sendo esquecido ao sabor de decisões de gabinete. Estamos sendo humilhados pelos eleitos, que acima de tudo desmoralizam tremendamente a democracia. Pior ainda, graças aos inquéritos da Operação Lava Jato descobrimos que poucos eram razoavelmente santos, e os crimes que grandes empresas e políticos famosos cometeram quebraram o Brasil, deixando-nos em situação assustadoramente frágil, quando, valendo os discursos que eram feitos, deveríamos poder superar crises naturais e internacionais sem grandes sacrifícios.
Com certeza será muito difícil acreditar nas decisões de políticos entronizados em meio a esquemas malditos. O ideal seria que reformas imediatas fossem aprovadas e novas eleições marcadas para breve, antes que os brasileiros se engalfinhem em lutas violentas e de consequências imprevisíveis. O noticiário nacional, contudo, aponta para improvisações a favor de partidos e políticos desmoralizados, pode?
O pesadelo está formado.
Durante os próximos anos o povo brasileiro pagará uma conta elevadíssima: tarifas, taxas, impostos, juros, desemprego, perda de benefícios e a vergonha da percepção de que falhamos tecnicamente, moralmente, politicamente.
Felizmente nem tudo foi ruim nesses últimos anos. O que se fez de correto, contudo, pode se desmanchar e desesperanças com nossa capacidade de governo facilitarem as decisões de desmanche do Estado. O discurso agora é a modernidade velha neoliberal. Abrimos espaço para o entreguismo (já a partir da Constituição de 1988) em detalhes sutis e explícitos, consolidando a perda de empresas e tecnologia nacional, algo tão desejado pelos governos militares para que nosso país tivesse a autonomia que desperdiçou no passado.
Não queremos acreditar em limitações tropicais, precisamos de fé na liberdade e responsabilidade que a democracia pode gerar. O momento exige ações positivas e sinceridade, lealdade para com o nosso povo.
O carnaval ainda não terminou e já vimos demais em 2015. A quarta-feira de cinzas será de ressacas muito diferentes quando muitos sentirão suas contas pessoais prejudicadas por decisões a favor de ações corretivas de desmandos recentes.
Com certeza vamos repetir momentos de dúvidas e decisões estratégicas e emocionais perigosos. Tudo isso em meio ao crime organizado convencional, cada vez mais forte e ousado...

Cascaes
16.2.2015


sábado, 14 de dezembro de 2013

Todos podem e são responsáveis pela reconstrução do Brasil

O Brasil pode melhorar e você decide
A evolução funcional e moral do Poder Judiciário e seus titulares é notável e viabiliza o saneamento do nosso imenso Brasil.
Leis e jurisprudência existem, algumas favorecendo a corrupção. Apesar do uso e abuso do formalismo para acusar inocentes e defender bandidos, da criação de ambientes de terrorismo dentro de empresas e outras formas de arregimentação e imposição de tarefas inaceitáveis agora é facílimo gerar provas, organizar informações e pedir o apoio da boa imprensa, onde profissionais de altíssimo valor trabalham para a moralização de nossa sociedade. Máquinas fotográficas, celulares, filmadoras e derivativos dos clássicos computadores pessoais facilitam o registrar, guardar, transmitir e obter informações necessárias e suficientes para furar qualquer “esquema” montado nas empresas públicas e privadas assim como dentro de repartições públicas.
A fiscalização universal é um direito de todos.
As consequências podem ser desagradáveis.
Nada mais triste do que constatar o envolvimento de excelentes profissionais e amigos que ingenuamente se deixaram envolver por ordens e planos prejudiciais ao nosso povo, merecendo, por isso, o rigor da lei em CPIs e inquéritos que começam a abrir os intestinos da nação.
Maravilhosamente vamos sentindo que a tecnologia começa a furar blindagens antes quase perfeitas.
A complexidade tecnológica que permite instalações e serviços sofisticados a favor e contra o usuário e cliente de serviços públicos, também ajuda os sistemas de policiamento a descobrir fraudes...
Precisamos e podemos criar uma nova cultura: educação a favor do Brasil.
ONGs nacionalistas, sindicatos honestos, sociedade secretas, discretas e públicas podem e devem ensinar e apoiar seus membros a vigiar, denunciar e agir a favor do saneamento de nossas instituições. É tedioso e uma tremenda farsa ver atos de “amor à Pátria” simbólicos e inúteis.
Os bandidos são especialistas em teatralidade, enganar é parte do ofício deles.
Sem alarde, discretamente, os trabalhadores e funcionários das estatais, autarquias e repartições públicas devem se lembrar que a Justiça do Trabalho e o Ministério Público existem para defendê-los dos constrangimento e cooptações que possam levá-los a conflitos com suas chefias quando elas pretendem ações desonestas.
Ninguém é obrigado a cumprir ordens maldosas.
Com certeza as máfias sabem intimidar (Fases da humilhação no trabalho) e os corruptores usam e abusam do constrangimento de suas equipes brandindo transferências, rebaixamento de cargos, congelamento de salários, PDVs e atos explícitos de humilhação.
O que está mudando?
Além da punição formal por participação em ações desonestas o corpo funcional de qualquer instituição agora sente o peso das redes sociais, da mídia formal e informal e de atos políticos tais como as CPIs e inquéritos que poderão desmoralizar seus empregos e currículos, ou seja, o trabalhador perde diretamente e indiretamente quando participa de ações lesivas ao pagador de impostos e a todos que dependem dos serviços e produtos que produzem.
Estamos vendo quase diariamente a degradação de serviços extremamente importantes, por quê? Reportagens locais e nacionais mostram os efeitos da corrupção e da incompetência de chefes instalados em órgãos importantes, sem outra condição de exercício de suas funções do que a lealdade a lideranças irresponsáveis. Precisamos reagir e lutar. A liberdade e a saúde da Democracia dependem da disposição de todos em “mostrar a cara”, lutar, assumir riscos e ações eficazes contra a degradação de nossas empresas.
Não devemos ter medo de caras feias, berros, discursos e cargos pomposos. Nem a Presidência da República, o Papa e outras lideranças notáveis estão acima das leis nacionais e internacionais. Pelo menos no Brasil é isso que depreendemos de nossa Constituição Federal.
A corrupção pode cair drasticamente no Brasil em curto prazo se nossas ONGs e sindicatos quiserem. É só orientar os brasileiros e as brasileiras a servirem de vigilantes cívicos e os apoiarem em atos de desmonte de quadrilhas e todos nós abraçarmos a grande causa: construir um Brasil saudável, justo e fraterno.
Cascaes
14.12.2013
Fases da humilhação no trabalho. (s.d.). Fonte: Assédio Moral : http://www.assediomoral.org/spip.php?article3




terça-feira, 2 de abril de 2013

Queremos acreditar, ainda é possível?


Queremos acreditar, ainda é possível?
Nada pior do que a desesperança. Brasileiros em torno dos setenta anos passaram por muitas etapas de mudanças no Brasil, a maioria delas frustradas de maneira assustadora. Sempre sonhamos, contudo, com um futuro melhor.
O Brasil parecia melhor. Apesar das loucuras criadas para “combater a inflação” e outras razões provavelmente menos louváveis a situação do Brasil ficou melhor entre outros que fizeram a estupidez de gastar muito mais do que podiam ganhar, ou simplesmente foram vítimas de gângsteres do mundo financeiro e da jogatina internacional, isso sem falar dos fabricantes e vendedores de sistemas caríssimos.
Chegamos a ver nosso Presidente Lula debochar dos céticos, dizendo que tudo seria uma simples marola. Que marola!
No Governo da Presidenta Dilma Rousseff parecia que teríamos ações enérgicas para neutralizar os equívocos do time lulista e anteriores. A Presidenta começou bem, mas, quais serão os planos que deve ter criado intramuros do palácio Alvorada após os trancos de sua “base aliada”?
Ganhar eleições?
Quanto custará para o Brasil a próxima campanha?
A sensação que temos é a de que a favor de lógicas transversas o governo resolveu dissolver o setor energético, nomear pessoas inacreditavelmente fora do contexto específico do objetivo de suas novas funções para ministérios importantes e sair em campanha para garantir minutos de rádio e TV que, aliás, se transformaram em mina de ouro para as emissoras (Decreto garante dedução do imposto de renda para emissoras obrigadas a exibir propaganda, 2012).
A MP 579 [ (As Incoerências da MP 579), (Costa), (MP 579 - MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579, DE 11 DE SETEMBRO DE 2012.)] abriu as porteiras para a insensatez. Agora o Governo Federal anuncia o alongamento dos privilégios das montadoras (IPI) e a Petrobras se exaure para pagar contas, gastando petróleo que não tem e sustentando decisões perigosas para que o racionamento de energia e a falta de gasolina não criem um vexame. Aliás, falta, já estamos importando demais. Com certeza deveremos atingir a autossuficiência na produção de petróleo, mas, para que desperdiçar e poluir?
O Governo Federal se compadece até do Sílvio Santos, deixando até agora microempresários esperando decisões que lhes apoiem (Cascaes). Empréstimos consignados são a mina de ouro para banqueiros falidos e dependentes de idosos (Crédito consignado). Nesse caso aplica-se a comparação absurda, mostrando-se os juros estratosféricos de cartões de crédito e o que se cobra nesses “empréstimos sem riscos para o emprestador”. Só no Brasil para essa fantasia se manter com os aplausos do povo...
Produtores vergam sob atrasos brutais de aprimoramento da infraestrutura (custo Brasil) e a burocracia e uma série de leis mal regulamentadas desmancham o Brasil; programas sociais dão a sensação de se apoiarem em bolsas eleitorado; circo para todo mundo se alienar etc., demagogia e tragédias brasileiras...
 Projetos federais que avançam, quais?  Será isso um bom governo?
Pensando no incentivo às montadoras de automóveis imaginamos o círculo maldoso que se cria. Aumento do consumo de combustíveis, poluição, exaustão das cidades, afastamento do povo dos sistemas de uso coletivo, crescimento do consumo de petróleo e finalmente o tombo na Petrobras, afinal, se os combustíveis tiverem preços adequados a inflação crescerá? Aliás, a Petrobras amarga os resultados de gestões desastrosas e agora o (O feirão da Petrobras, 2013). É difícil pagar contas absurdas em projetos mal feitos...
Nossa Presidenta declarou que fará o diabo para ganhar as eleições (Temor dos aliados), será? Nosso sistema político, uma mistura de parlamentarismo com presidencialismo, um autêntico Frankenstein com direito a Conde Drácula e outras figuras clássicas dos filmes de terror é um desastre, mais ainda dividindo forças entre estados criados e mantidos artificialmente.
A indústria da seca continua forte, até dados de redução da boiada são brandidos, sem que ninguém explique se os bois morreram nos matadouros ou de sede...
Somos tremendamente ingênuos ou passivos, até quando aceitaremos esse teatrão continental (Cascaes, O irredento)?

Cascaes
2.4.2013
As Incoerências da MP 579. (s.d.). Fonte: ILUMINA: http://www.ilumina.org.br/zpublisher/materias/Noticias_Comentadas.asp?id=19947
Brasil, A. (20 de 8 de 2012). Decreto garante dedução do imposto de renda para emissoras obrigadas a exibir propaganda. Fonte: em.com.br ESTADO DE MINAS: http://www.em.com.br/app/noticia/especiais/eleicoes/eleicoes-bhregiao/2012/08/20/noticias_internas_eleicoes,312775/decreto-garante-deducao-do-imposto-de-renda-para-emissoras-obrigadas-a-exibir-propaganda.shtml
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: O irredento: http://o-irredento.blogspot.com.br/
Cascaes, J. C. (s.d.). Existe apoio ao microempresário? . Fonte: Caminhos seguros para o EMPREENDEDOR: http://micro-e-pequeno-empreendedor.blogspot.com.br/2013/03/existe-apoio-ao-microempresario.html
Costa, H. S. (s.d.). #Energia #Artigo #MP 579 : Recuo para evitar fiasco maior. Por Heitor Scalambrini Costa. Fonte: BLOGDOCACHORRÃO: http://www.dihitt.com.br/barra/energia-artigo-mp-579-recuo-para-evitar-fiasco-maior-por-heitor-scalambrini-costa
Crédito consignado. (s.d.). Fonte: Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%A9dito_consignado
MP 579 - MEDIDA PROVISÓRIA Nº 579, DE 11 DE SETEMBRO DE 2012. (s.d.). Fonte: planalto.gov.br: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/mpv/579.htm
Nobre, O. (s.d.). Temor dos aliados. Fonte: Monitor Digital: http://www.monitormercantil.com.br/index.php?pagina=Noticias&Noticia=129511

sábado, 23 de março de 2013

Desesperadamente esperançoso


Evolução perversa, até quando?
Felizmente a multiplicação de universidades no Brasil está viabilizando o surgimento de escritores, historiadores, sociólogos, economistas e outros profissionais que estão produzindo obras literárias excelentes sobre o Brasil em todos os tempos. Esse pedaço significativo da América do Sul é maravilhoso por natureza, péssimo em termos de formação desde os tempos de sua criação por ato imperial da Coroa Portuguesa.
Por uma série de circunstâncias, principalmente em consequência do choque de realidade a partir da década de oitenta do século passado, estamos em situação econômica razoavelmente boa, podendo vir a ser ótima se alguns vícios forem contidos e reprimidos.
A atuação do CNJ e do STF revigorou essa esperança. Além disso, o Governo “descobriu” que tem impostos demais, mal distribuídos e pessimamente utilizados. Essa é a sensação observando a guerra iniciada com a discussão dos royalties, apontaram na rola e acertaram no pato...
A tragédia na Boate Kiss em Santa Maria abre um precedente histórico, o indiciamento do prefeito. Se ele será ou não levado a julgamento, veremos. O que importa é que aos poucos o povo vai tendo compreensão de quem mantém o Brasil nesse estado de indigência técnica, moral e administrativa (Familiares se emocionam com nome de indiciados da Kiss e pedem justiça, 2013). Talvez assim o resto dos delegados e promotores do Brasil percebam que a culpa de nossos agruras não é do mordomo...
Há muito a ser feito, contudo, antes de tudo, anular interferências até criminosas de figurões da República dentro e fora do espaço político. O STF e o Ministério Público Federal com o apoio da Polícia Federal têm feito sua parte, compete aos brasileiros em geral promover faxinas e ajustes de comportamento político, algo difícil num país em que cestas básicas ou empreguinhos no Governo mudam consciências. Não podemos acreditar em bandidos travestidos de lideranças políticas, se isso acontece algo está muito errado entre nós.
Sua Excia. Dilma Rousseff começou muito bem, agora parece querer “fazer o diabo” para ganhar eleições, isso é ruim para quem parecia governar acima de interesses político-partidários, pior para nós.
Existem problemas? Sim, e merecem atenção de todos. Sugerimos leitura atenta das excelentes manifestações da jornalista e escritora Miriam Leitão [ (Leitão, Saga Brasileira), (MiriamLeitão.com)]; é uma voz forte nessa floresta de bajuladores e dependentes de um Brasil enorme e que deveria ser vigoroso, criativo, inovador (afinal é um país tropical, com tudo para ser ajustado a seu clima) e acima de tudo competente e responsável.
Infelizmente, que maravilha para os demagogos, nosso povo depende da caridade oficial, oficiosa e oportunista para resolver problemas básicos. Talvez acorde com as tragédias recentes, se comparar o que tem com o que se faz para agradar os gringos da Copa do Mundo, por exemplo.
Com a redemocratização inventaram-se políticos (o “se” é oportuno, afinal muitos acreditaram que eram políticos). Os mais ousados se lançaram usando como argumento a militância estudantil, onde aprenderam a fazer discursos e suportar, alguns, a pressão dos mais violentos. Com certeza os melhores políticos daqueles tempos devem estar se revirando no túmulo observando o tipo de gente que fala em nome deles e no que o Brasil virou...
É de desesperar quando, fugindo das notícias de rotina (assassinatos, roubos, situações bizarras) procuramos descobrir nas entrelinhas o que acontece no Brasil. Que tristeza!
E agora João e Maria?
É tempo da declaração do Imposto de Renda, só para chatear. Cuide-se para não ser o vilão da história. Nesse país que solenemente substituiu a expressão “o contribuinte paga” por  “o governo paga”, tudo é possível.
Se alguém tem dúvida sobre o DNA que deu origem a esse continente mal administrado vale a pena e até se divertir com a série de livros ditos “politicamente incorretos” (Livros e Filmes Especiais)... Não é privilégio do Brasil, afinal nada melhor do que estudar a história dos “países desenvolvidos” para entender o que Nietsche (Humano, Demasiado Humano) afirmou em seus aforismos. Ao contrário desse escritor filósofo devemos, contudo, ser otimistas, trabalhar para aproveitar bem nossa índole a favor de nós mesmos e dos brasileiros em geral.
As nações exemplares passaram por períodos turbulentos até chegarem ao nível atual, talvez consigamos simplesmente usar a liberdade de expressão e de manifestação para fazer algo, afinal os  “caras pintadas” mudaram mais o Brasil que muitos movimentos “revolucionários” e seus heróis palacianos recentes.

Cascaes
22.3.2013
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: Livros e Filmes Especiais: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/
Leitão, M. (s.d.). MiriamLeitão.com. Fonte: globo.com: http://oglobo.globo.com/economia/miriam/
Leitão, M. (s.d.). Saga Brasileira. Fonte: Livros e Filmes Especiais: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2011/07/saga-brasileira.html
Luiza Carneiro, V. R. (22 de 3 de 2013). Familiares se emocionam com nome de indiciados da Kiss e pedem justiça. Fonte: G1: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2013/03/familiares-se-emocionam-com-nome-de-indiciados-da-kiss-e-pedem-justica.html
Nietzsche, F. (s.d.). Humano, Demasiado Humano (2 ed.). (A. C. Braga, Trad.) escala.





segunda-feira, 31 de maio de 2010

O Paraná que queremos

A campanha contra os desmandos de nossos políticos desonestos precisa crescer e se tornar insuportável a eles.
Não podemos deixar esfriar essa fogueira.
Chega de mensaleiros, fantasmas, trambiqueiros.
Que o exemplo do Paraná, com a Gazeta do Povo e a OAB, se espraie pelo Brasil.



Olá, vamos aderir à campanha da OAB, não podemos perder essa chance !!!!
Podemos dar força ao movimento com nossa participação.
Basta acessar o site abaixo e se registrar.
Não podemos ficar calados, depois de quarenta anos sem voz não devemos perder a oportunidade de registrar nossa indignação.
A manifestação contra assembléia ocorrerá no dia 8 de junho, às 18 horas, na Boca Maldita.

http://www.novoparana.com.br/
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Arq. Ricardo Tempel Mesquita
arqmesquita@gmail.com
(41) 3277-5299 9194-2294

INDIGNÔMETRO - Gazeta do Povo



olá pessoal...

entre, por favor, no site www.novoparana.com.br e verá o INDIGNÔMETRO que é um movimento liderado pela OAB-PR e a Gazeta do Povo, onde qualquer cidadão que esteja contra os desmandos na Assembléia Legislativa, poderá deixar a sua assinatura eletronica que a Gazeta do Povo estará publicando até o dia 08.06.10 (não importa quantos cadernos serão necessários).

eu já assinei

REPASSEM PARA QUE UM NÚMERO MAIOR DE PESSOAS PARTICIPEM E AJUDEM A LIMPAR A SUJEIRA NA POLÍTICA.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Em quem votar