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sexta-feira, 16 de junho de 2017

terça-feira, 26 de abril de 2016

Em defesa do Brasil que os bodes espiatórios sejam sacrificados, graças ao Poder Judiciário poderemos ter ações realmente eficazes

Bode expiatório

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O bode expiatório de William Holman Hunt.
O bode expiatório é um animal que era apartado do rebanho e deixado só na natureza selvagem como parte das cerimônias hebraicas do Yom Kippur, o Dia da Expiação, na época do Templo de Jerusalém. Este rito é descrito na Bíbliano livro do Levítico. [1] [2]

Na Torá[editar | editar código-fonte]


A remessa do bode expiatório, por William James Webb (1830—1904).
Dois bodes eram levados, juntamente com um touro, ao lugar de sacrifício, como parte dos Korbanot do Templo de Jerusalém. No templo os sacerdotes sorteavam um dos bodes. Um era queimado em holocausto no altar de sacrifício com o touro. O segundo tornava-se o bode expiatório, pois o sacerdote punha suas mãos sobre a cabeça do animal e confessava os pecados do povo de Israel. Posteriormente, o bode era deixado ao relento na natureza selvagem, levando consigo os pecados de toda a gente, para ser reclamado pelo anjo caído Azazel.

A visão cristã[editar | editar código-fonte]

Na teologia cristã, a história do bode expiatório no Levítico é interpretada como uma prefiguração simbólica do autossacrifício deJesus, que chama a si os pecados da Humanidade, tendo sido expulso da cidade sob ordem dos sacerdotes. Tipologicamente, o bode expiatório é a figura do Messias, que fora enviado ao deserto para ser tentado pelo Diabo.
Outra visão muito popular no cristianismo compreende que os dois bodes são símbolos de Cristo e Satanás, uma vez que a expiação propriamente dita se realiza com a morte do primeiro bode, já que não existe expiação sem "derramamento de sangue" (Hebreus 9:22,23). Não há expiação pela morte do segundo bode, que é simplemente levado ao deserto para morrer à míngua. Ele representa Satanás (ou Azazel, seu braço direito, um demônio do deserto) que é enviado ao abismo por 1.000 anos, para refletir sobre a obra maléfica que realizou contra os seres humanos.

Sentido figurado do termo[editar | editar código-fonte]

Em sentido figurado, um "bode expiatório" é alguém que é escolhido arbitrariamente para levar (sozinho) a culpa de uma calamidade, crime ou qualquer evento negativo (embora não o tenha cometido). A busca do bode expiatório é um ato irracional de determinar que uma pessoa ou um grupo de pessoas, ou até mesmo algo, seja responsável de um ou mais problemas sem a constatação real dos fatos.
A busca do bode expiatório é um importante instrumento de propaganda. Grupos usados como bodes expiatórios foram (e são) muitos ao longo da História, variando de acordo com o local e o período. Um clássico exemplo são os judeus durante o período nazista, que eram apontados como culpados pelo colapsopolítico e pelos problemas econômicos da Alemanha.
Atualmente, o uso de bodes expiatórios é cada vez mais combatido e, quando esta tendência é levada ao seu extremo, podem ser criadas regras sociais de controle da linguagem, como no caso do politicamente correto.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Ir para cima↑ Antigo Testamento, Levítico 16:1-23
  2. Ir para cima↑ Nascentes, Antenor (1986), Tesouro da Fraseologia Brasileira, Rio de Janeiro: Ed. Nova Fron

terça-feira, 30 de abril de 2013

Onde está o verdadeiro governo? Temos vigilância cívica? A política do caos é válida?


Onde está o verdadeiro governo? Temos vigilância cívica?
Reportagens sucessivas do Jornal Gazeta do Povo ilustram uma situação inacreditável de desgoverno em todos os níveis da Federação. Chegamos a um ponto de gastar bilhões de dólares para escapar de um tremendo racionamento de energia, que não aconteceu graças ao fraco PIB no ano passado, que talvez se repita em 2013 se comparado aos melhores e mais inteligentes países do mundo. Pior ainda, estimula o consumo e reduz impostos que afetam os estados e municípios. Quebrou grandes estatais a troco do quê?
O governo federal distribui dinheiro em bolsas duvidosas e retarda obras estruturais, essenciais à redução do custo Brasil e criação de postos de trabalho permanentes.
Nada foi feito para diminuição da burocracia, exceto em perfumarias.
A reforma política e a fiscal não acontecem.
Os partidos se prendem aos segundos do horário político esquecendo o povo.
Nos estados e municípios parece que acordaram. Problemas crônicos, apesar disso, são tratados em função da competência do apadrinhado de algum partido ou algum especialista melhor preparado no poder. A maior consciência nos municípios é natural, os munícipes não estão a centenas ou milhares de quilômetros de Brasília...
Continuamos vendo o poder de cartéis e corporações. As entidades de classe silenciam em questões de suma importância; que fraternidade venenosa!
Entre os cidadãos comuns o espírito de bajulação supera de longe o civismo, que se resume em demonstrações inúteis e difusas. Meu pai não cansava de dizer, quem tem c... tem medo.
Felizmente temos ainda bons jornais e as redes sociais. Para completar, quando deixam, programas humorísticos acrescentam críticas assim como as eternas e fantásticas charges, que, por um mistério qualquer, não merecem nem academias semelhantes àquelas que vemos de letras e coisas semelhantes.
Cada povo exerce uma forma de reação de acordo com sua cultura e diversas condições estratégicas, se pensar em política e criação de opinião pública e ações e reações enérgicas for o objetivo da avaliação.
Na história da França descobrimos uma sequência fantástica de episódios que marcaram a História da Humanidade e que merecem ser lidos com atenção. No artigo (O poder da opinião pública , 2013) relacionamos algumas fontes de imenso valor, seriam inesgotáveis, mas essas são recentes e podem ser encontradas em boas livrarias. O exemplo francês é uma advertência contra a incompetência e despotismo, a Versalhes (Brasília) alienante e a importância do bom exercício do Poder. Épocas diferentes na França são tratadas nos livros apontados, mas a França até hoje luta para encontrar um norte sustentável. Os franceses ainda não se decidiram se querem viver em ambiente de fraternidade ou valorizando aristocracias perdulárias... Na dúvida afundam em dívidas e inventam guerras para distrair o povo.
E aqui?
Em Curitiba e no Paraná temos as manifestações de Suas Excias.: o prefeito atual de Curitiba, Dr. Gustavo Fruet, e o Governador Beto Richa. Um debate de surdos assusta com o beneplácito de prefeitos e vereadores da RMC.
O transporte coletivo urbano da Região Metropolitana de Curitiba é a bola da vez, tarifas prováveis e auditorias performáticas[1] deixam-nos assustados.
Tudo indica que passaremos anos difíceis até a cidade de Curitiba se reorganizar. Fica, contudo, a pergunta que não cansa de ressoar em nossas análises:
O que a Câmara de Vereadores, o Tribunal de Contas, o Ministério Público e nossos deputados de oposição faziam antes das últimas eleições? Será que nada sabiam? Deixaram acontecer? Por quê?
O contribuinte sustenta uma máquina jurídica, política e administrativa caríssima exatamente para evitar o que estamos descobrindo, será eficaz? Teríamos alternativas?
Como deve se comportar quem pretende assumir postos de comando e no legislativo, deixar o inferno acontecer para surgir como salvador da Pátria?
Onde estavam os partidos políticos, fazendo conchavos?
O atual prefeito de Curitiba não tem uma vice-prefeita petista? Será que ela não consegue recursos para Curitiba?
A prioridade é a FIFA?

Cascaes
30.4.2013
Cascaes, J. C. (28 de 4 de 2013). O poder da opinião pública . Fonte: A favor da democracia no Brasil: http://afavordademocracianbrasil.blogspot.com.br/2013/04/o-poder-da-opiniao-publica.html



Significados de Performático :
Clique aqui se você CONCORDA com essa definição!  8 sobe, 3 desce Clique aqui se você NÃO CONCORDA com essa definição!
Por Débora Sonsim (ES) em 08-07-2010
Indivíduo que compõe performances. Como quando um ator está interpretando papéis. Expressivo.
Ele é uma pessoa performática


Clique aqui se você CONCORDA com essa definição!  1 sobe, 0 desce Clique aqui se você NÃO CONCORDA com essa definição!
Por Dicionário inFormal (SP) em 16-03-2013
Em filosofia, de acordo com Luc Ferry, refere-se ao indivíduo que tem suas atitudes e pensamentos norteados por uma sociedade preocupada demais com a "performance" (sucesso). Aquele preocupado de impressionar aos outros para poder se sentir importante.