Mostrando postagens com marcador Ministério Público. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ministério Público. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 16 de junho de 2017
Revolta e dúvidas terríveis
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
11:58
Nenhum comentário:
Marcadores:
Congresso Nacional,
corrupção,
império do crime organizado,
Justiça,
máfias,
Ministério Público,
Ministro Fachin,
OMERTÁ,
perspectivas e maquinações brasilienses,
PGR,
Polícia Federal,
STE,
STF
terça-feira, 26 de abril de 2016
Em defesa do Brasil que os bodes espiatórios sejam sacrificados, graças ao Poder Judiciário poderemos ter ações realmente eficazes
Bode expiatório
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O bode expiatório é um animal que era apartado do rebanho e deixado só na natureza selvagem como parte das cerimônias hebraicas do Yom Kippur, o Dia da Expiação, na época do Templo de Jerusalém. Este rito é descrito na Bíbliano livro do Levítico. [1] [2]
Na Torá[editar | editar código-fonte]
Dois bodes eram levados, juntamente com um touro, ao lugar de sacrifício, como parte dos Korbanot do Templo de Jerusalém. No templo os sacerdotes sorteavam um dos bodes. Um era queimado em holocausto no altar de sacrifício com o touro. O segundo tornava-se o bode expiatório, pois o sacerdote punha suas mãos sobre a cabeça do animal e confessava os pecados do povo de Israel. Posteriormente, o bode era deixado ao relento na natureza selvagem, levando consigo os pecados de toda a gente, para ser reclamado pelo anjo caído Azazel.
A visão cristã[editar | editar código-fonte]
Na teologia cristã, a história do bode expiatório no Levítico é interpretada como uma prefiguração simbólica do autossacrifício deJesus, que chama a si os pecados da Humanidade, tendo sido expulso da cidade sob ordem dos sacerdotes. Tipologicamente, o bode expiatório é a figura do Messias, que fora enviado ao deserto para ser tentado pelo Diabo.
Outra visão muito popular no cristianismo compreende que os dois bodes são símbolos de Cristo e Satanás, uma vez que a expiação propriamente dita se realiza com a morte do primeiro bode, já que não existe expiação sem "derramamento de sangue" (Hebreus 9:22,23). Não há expiação pela morte do segundo bode, que é simplemente levado ao deserto para morrer à míngua. Ele representa Satanás (ou Azazel, seu braço direito, um demônio do deserto) que é enviado ao abismo por 1.000 anos, para refletir sobre a obra maléfica que realizou contra os seres humanos.
Sentido figurado do termo[editar | editar código-fonte]
Em sentido figurado, um "bode expiatório" é alguém que é escolhido arbitrariamente para levar (sozinho) a culpa de uma calamidade, crime ou qualquer evento negativo (embora não o tenha cometido). A busca do bode expiatório é um ato irracional de determinar que uma pessoa ou um grupo de pessoas, ou até mesmo algo, seja responsável de um ou mais problemas sem a constatação real dos fatos.
A busca do bode expiatório é um importante instrumento de propaganda. Grupos usados como bodes expiatórios foram (e são) muitos ao longo da História, variando de acordo com o local e o período. Um clássico exemplo são os judeus durante o período nazista, que eram apontados como culpados pelo colapsopolítico e pelos problemas econômicos da Alemanha.
Atualmente, o uso de bodes expiatórios é cada vez mais combatido e, quando esta tendência é levada ao seu extremo, podem ser criadas regras sociais de controle da linguagem, como no caso do politicamente correto.
Ver também[editar | editar código-fonte]
Referências
- Ir para cima↑ Antigo Testamento, Levítico 16:1-23
- Ir para cima↑ Nascentes, Antenor (1986), Tesouro da Fraseologia Brasileira, Rio de Janeiro: Ed. Nova Fron
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
10:15
Nenhum comentário:
Marcadores:
jornalismo investigativo,
Lava Jato,
Ministério Público,
redes sociais,
TCU
terça-feira, 30 de abril de 2013
Onde está o verdadeiro governo? Temos vigilância cívica? A política do caos é válida?
Onde está o verdadeiro governo? Temos vigilância cívica?
Reportagens sucessivas do Jornal Gazeta do Povo ilustram uma
situação inacreditável de desgoverno em todos os níveis da Federação. Chegamos a
um ponto de gastar bilhões de dólares para escapar de um tremendo racionamento
de energia, que não aconteceu graças ao fraco PIB no ano passado, que talvez se
repita em 2013 se comparado aos melhores e mais inteligentes países do mundo. Pior
ainda, estimula o consumo e reduz impostos que afetam os estados e municípios.
Quebrou grandes estatais a troco do quê?
O governo federal distribui dinheiro em bolsas duvidosas e
retarda obras estruturais, essenciais à redução do custo Brasil e criação de
postos de trabalho permanentes.
Nada foi feito para diminuição da burocracia, exceto em
perfumarias.
A reforma política e a fiscal não acontecem.
Os partidos se prendem aos segundos do horário político
esquecendo o povo.
Nos estados e municípios parece que acordaram. Problemas crônicos,
apesar disso, são tratados em função da competência do apadrinhado de algum
partido ou algum especialista melhor preparado no poder. A maior consciência
nos municípios é natural, os munícipes não estão a centenas ou milhares de
quilômetros de Brasília...
Continuamos vendo o poder de cartéis e corporações. As
entidades de classe silenciam em questões de suma importância; que fraternidade
venenosa!
Entre os cidadãos comuns o espírito de bajulação supera de
longe o civismo, que se resume em demonstrações inúteis e difusas. Meu pai não
cansava de dizer, quem tem c... tem medo.
Felizmente temos ainda bons jornais e as redes sociais. Para
completar, quando deixam, programas humorísticos acrescentam críticas assim
como as eternas e fantásticas charges, que, por um mistério qualquer, não
merecem nem academias semelhantes àquelas que vemos de letras e coisas
semelhantes.
Cada povo exerce uma forma de reação de acordo com sua
cultura e diversas condições estratégicas, se pensar em política e criação de
opinião pública e ações e reações enérgicas for o objetivo da avaliação.
Na história da França descobrimos uma sequência fantástica
de episódios que marcaram a História da Humanidade e que merecem ser lidos com
atenção. No artigo (O poder da opinião pública , 2013) relacionamos algumas
fontes de imenso valor, seriam inesgotáveis, mas essas são recentes e podem ser
encontradas em boas livrarias. O exemplo francês é uma advertência contra a
incompetência e despotismo, a Versalhes (Brasília) alienante e a importância do
bom exercício do Poder. Épocas diferentes na França são tratadas nos livros
apontados, mas a França até hoje luta para encontrar um norte sustentável. Os franceses
ainda não se decidiram se querem viver em ambiente de fraternidade ou
valorizando aristocracias perdulárias... Na dúvida afundam em dívidas e
inventam guerras para distrair o povo.
E aqui?
Em Curitiba e no Paraná temos as manifestações de Suas
Excias.: o prefeito atual de Curitiba, Dr. Gustavo Fruet, e o Governador Beto Richa.
Um debate de surdos assusta com o beneplácito de prefeitos e vereadores da RMC.
O transporte coletivo urbano da Região Metropolitana de
Curitiba é a bola da vez, tarifas prováveis e auditorias performáticas[1]
deixam-nos assustados.
Tudo indica que passaremos anos difíceis até a cidade de
Curitiba se reorganizar. Fica, contudo, a pergunta que não cansa de ressoar em
nossas análises:
O que a Câmara de Vereadores, o
Tribunal de Contas, o Ministério Público e nossos deputados de oposição faziam
antes das últimas eleições? Será que nada sabiam? Deixaram acontecer? Por quê?
O contribuinte sustenta uma máquina jurídica, política e
administrativa caríssima exatamente para evitar o que estamos descobrindo, será
eficaz? Teríamos alternativas?
Como deve se comportar quem pretende assumir postos de
comando e no legislativo, deixar o inferno acontecer para surgir como salvador
da Pátria?
Onde estavam os partidos políticos, fazendo conchavos?
O atual prefeito de Curitiba não tem uma vice-prefeita
petista? Será que ela não consegue recursos para Curitiba?
A prioridade é a FIFA?
Cascaes
30.4.2013
Cascaes, J. C. (28 de 4 de 2013). O poder da
opinião pública . Fonte: A favor da democracia no Brasil:
http://afavordademocracianbrasil.blogspot.com.br/2013/04/o-poder-da-opiniao-publica.html
Significados de Performático :
Por Débora Sonsim (ES)
em 08-07-2010
Indivíduo que compõe performances.
Como quando um ator está interpretando papéis. Expressivo.
Ele é uma pessoa
performática
Sinônimos: atuação mais...
Relacionadas: performance ator papéis pensamento alienado fútil vazio mais...
Relacionadas: performance ator papéis pensamento alienado fútil vazio mais...
Por Dicionário inFormal (SP)
em 16-03-2013
Em filosofia, de acordo
com Luc Ferry, refere-se ao indivíduo que tem suas atitudes e pensamentos
norteados por uma sociedade preocupada demais com a "performance"
(sucesso). Aquele preocupado de impressionar aos outros para poder se sentir
importante.
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
08:40
Nenhum comentário:
Marcadores:
CMC,
Curitiba,
deputados,
FIFA,
governo,
horário político,
Ministério Público,
Paraná,
política,
prioridades,
vigilância cívica,
vigilância formal
Assinar:
Postagens (Atom)