domingo, 15 de março de 2015
Manifestação popular no centro de Curitiba - Praça Santos Andrade, Mal. Deodoro e... em 15 de março de 2015 - atenção - dados tempo e dia errados
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
17:08
Nenhum comentário:
Manifestações e reformas urgentes
Revoluções e revoltas, o início de 2015.
Estamos em clima de revolta generalizada. As manifestações
aparecem, muitas delas sem objetivo claro; a facilidade e as provocações, contudo,
viabilizaram este cenário preocupante num país do tamanho do Brasil governado
de forma imprudente e maquiavélica.
Poderia ser diferente. O cenário internacional favorável ao
que produzíamos viabilizava a construção e melhor manutenção de muitos projetos
a favor do crescimento sadio de nosso povo. Lamentavelmente as prioridades
foram equivocadas ou impublicáveis, a incompetência espantosa e a corrupção
fizeram o resto.
A Operação Lava Jato diz muito mais do que a existência de
problemas graves na Petrobras, mostra e demonstra a facilidade com que apesar
de tantas instituições de fiscalização burocráticas e democráticas a desonestidade
imperou dentro e fora dela.
As eleições em 2014 e tudo o que acontece e se tem
conhecimento fácil a partir da generalização das redes sociais e universalização
da cultura (turismo, livros digitais, atuação de entidades de Direitos Humanos
etc.) viabilizaram o clima de revolta atual.
Os “pacotes de maldades” explodiram tanto ou quanto a
derrota do Brasil por 7 a 1. Ou melhor, muito mais, pois essa comparação um
tanto moleque não se compara ao que está acontecendo e poderá existir no Brasil
neste ano de 2015. As manifestações de junho de 2013 foram um alerta desprezado
pelos governantes; acreditaram que simplesmente desmoralizar as passeatas
alegando atos de vandalismo era suficiente para castrar o povo brasileiro. Se o
povo se revoltava, isso acontecia porque antes, já há muito tempo, o Brasil
afunda na lama da conveniência de máfias e carteis.
Teremos uma coleção de ações políticas, jurídicas,
corporativas etc. Podemos ver com tristeza as muitas hipóteses ruins, devemos, entretanto,
acreditar que a única maneira de corrigir os rumos do processo de “redemocratização”
é esse e ter esperança que a radicalização seja superada pela serenidade com
honestidade e determinação saneadora.
O Brasil é um país naturalmente rico e possui espaços
generosos. Devemos, para poder dizer com orgulho “sou brasileiro(a)”, ter leis
e comportamentos sadios, sérios, responsáveis. O famoso Estado de Direito”
entre nós sempre foi instrumento de manutenção de privilégios que o dinheiro é
capaz de sustentar. Por um espaço policial e nas mãos de delegados, promotores
e juízes espantosamente sérios e corajosos estamos vendo como ações dolosas,
criminosas, mal intencionadas quebraram a Petrobras. Graças à Operação Lava
Jato outros circuitos lesivos ao Brasil estão aparecendo com destaque.
Nosso problema não é o PT, PMDB ou PP. É um figurino
paralelo e camuflado de fazer política e negócios. Isso precisa acabar e
futuros criminosos deverão saber que estamos atentos, se forem flagrados em
atos semelhantes terão punição exemplar.
Corrigir e punir aqueles que desmoralizam nosso povo e
viabilizam a miséria no Brasil é o desafio desse momento de nossa História.
Cascaes
15.3.2015
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
10:49
Nenhum comentário:
Marcadores:
o início de 2015,
Operação Lava Jato,
Revoluções e revoltas
sábado, 14 de março de 2015
O Brasil em crise
Estamos em crise moral, institucional, financeira, o que foi
feito? O que o precisa acontecer?
Estamos em mais uma crise com altíssimo potencial de
violências e mudanças aleatórias de sentido. O que isso significa para um casal
de pessoas idosas?
Os brasileiros nascidos em torno da década de quarenta do
século passado, se ainda vivos e razoavelmente lúcidos, se essas pessoas agora
têm muitos descendentes, amigos e amigas, pessoas que admiram ou simplesmente
estimam, devem estar angustiados observando que nosso país parece teimar em
perder tudo (ciclicamente [1] ) após períodos de
governos desastrados.
E agora é fácil pôr a culpa nos outros, onde estávamos
quando tudo começou?
Corrupção, demagogia, ingenuidade diante de pressões
corporativas (sindicatos, entidades empresariais, oportunismos políticos etc.)
foram a rotina nesses anos pós 1983.
Com certeza a degradação ética em algumas estatais (e
empresas privadas, concessionárias por exemplo) é coisa antiga aqui e no mundo.
Em diversos casos ela atingiu proporções ciclópicas, como vimos no paraíso
norte americano no caso ENRON [1]
e noutros de seus estados que privatizaram grandes concessionárias de energia
elétrica de forma ingênua e mítica. Lá também os bancos aprontaram e o mundo do
cinema fatura bons filmes mostrando o que fizeram [2] . O pesadelo continua
levando à criação de leis e organizações internacionais contra a corrupção,
fraudes, crime organizado, tráfico de drogas etc. e sustentação de terroristas,
na esperança de acabar com paraísos fiscais e instituições financeiras que
viabilizam pesadelos sociais.
E nós, o que fizemos?
Ao longo de uma vida longa ganhamos e perdemos ilusões.
Abraçamos causas e lutamos, nem todos... Quem sonhou sentiu o peso de muitos
pesadelos. Tivemos e exercemos profissões, alguma coisa aprendemos. Quantos
viram e procuraram agir para evitar o caos em que mergulhamos? a miséria que
explode aos nossos olhos em qualquer rua onde teremos mais gente se a “política
econômica” ditada pelos cobradores entronizados for aplicada para valer? uma recessão
histórica?
E agora João? Maria? José?
Com certeza precisamos reagir, corrigir. Tudo é positivo
quando aprendemos a não repetir erros e a aprimorar trajetos, projetos e
comportamentos. Com certeza avançaremos muito se a Operação Lava Jato (por
exemplo) continuar e tiver o resultado que esperamos: uma limpeza ética e um alerta
de que no Brasil podemos agir com seriedade e de acordo com leis e Justiça. Em
tempo, nossas leis são boas? Foram construídas (leis, decretos, jurisprudência)
para quê?
Há muito a ser feito, a nossa pátria verde amarela pode e
deve se viabilizar tecnicamente, economicamente, estruturalmente. O combate à
tremenda corrupção é, contudo, prioritário, pois, caso contrário, teremos mais
e mais crises até a implosão total, algo muito desejado pelos ditadores
vizinhos.
Fica a pergunta, entretanto, reagir de que forma? Onde estão
os bons líderes? As propostas (leitura obrigatória: “GERENCIAMENTO DE CRISE: O CASO COSTA CONCORDIA” [3] )? Vamos para outra
revolução [4] ? Inacreditavelmente,
apesar da tragédia perceptível em relatórios de órgãos de vigilância e dispondo
de redes sociais, liberdade de expressão etc. o silêncio tumular das
corporações foi a rotina desses anos em que discutimos tudo, muito pouco,
contudo, o governo que insistia em demonstrar sua leviandade; será que isso
significaria perder privilégios pessoais? Deixamos o navio ir contra as pedras
enquanto o comandante participava de festas e os tripulantes viam perplexos o
gigante em rota de colisão? Era justo navegar tão perto das rochas para atender
interesses dos acionistas da empresa e fazer publicidade?
O que aprendemos? Vamos dizer o quê para aqueles que
acreditavam em nós?
Cascaes
14.3.2015
|
[1]
|
“Enron,” [Online].
Available: http://en.wikipedia.org/wiki/Enron. [Acesso em 14 3 2015].
|
|
[2]
|
J. C. Cascaes.
[Online]. Available: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/.
|
|
[3]
|
G. T. d. Lima, “GERENCIAMENTO
DE CRISE: O CASO COSTA CONCORDIA,” [Online]. Available:
http://www.comunicacaoecrise.com/new/images/Gerenciamento_de_Crise_-_O_Caso_Costa_Concordia.pdf.
|
|
[4]
|
J. C. Cascaes.
[Online]. Available: http://querendo-entender-filosofia.blogspot.com.br/.
|
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
08:44
Nenhum comentário:
domingo, 8 de março de 2015
Momentos de reflexões e ações sensatas a favor do Brasil
A evolução e recaídas da Humanidade
O ser humano é complexo e sensível a tudo o que tem dentro
de si e encontra fora de seu corpo, algo tão fantástico que nos obriga a pensar
muito [1] . Estamos mergulhando
na era da comunicação instantânea, dos computadores portáteis, de imensos bancos
de dados (existentes até em portarias de prédios) ..., um cenário mais que
desafiador para a inteligência que possamos ter.
Ao longo da história da Humanidade tivemos momentos (ou
períodos) decisivos, quando avançamos culturalmente e socialmente, assim como
regredimos episodicamente. Vemos, por exemplo, a destruição de símbolos de
religiões não aceitas pelo Estado Islâmico, uma repetição já tristemente
rotineira em todos os lugares onde o fundamentalismo religioso, ideológico,
racial, tribal e até esportivo dominou [2] populações indefesas.
No Brasil estamos em crise. Marolas e caixas dois se
transformaram em maremotos e escândalos escabrosos, o que virá depois?
“Quanto maior a árvore, maior o tombo”. As grandes
revoluções, principalmente, mudaram a história da Humanidade e tiveram ondas
furiosas de iconoclastia e demolição de instituições reinantes.
Somos brasileiros, que mudanças teremos? Quanto tempo
gastaremos para viver num país evoluído, razoavelmente estável?
Ao longo dos tempos os países mais desenvolvidos tiveram
mudanças firmes a favor da Educação, da arte do estudo individual, do medo dos
donos da verdade. Focos de ondas de imigrantes, alguns países construindo
barreiras físicas fortíssimas para não perderem as conquistas de seus habitantes,
tiveram coragem e lucidez para a valorização da liberdade de pensamento, da
formação de bons professores, escolas, universidades. Nesse caminho existiram
recaídas a partir de centros de dominação intelectual. Livros foram queimados,
proibidos, universidades fechadas (afinal tudo estava explicado, pesquisar para
quê?), a disciplina cultivada como a qualidade suprema e “não reagir” a
mensagem subliminar dos poderosos [ [2] , [1] ].
Graças aos polos estimuladores do empreendedorismo
científico e industrial, imensos laboratórios e bibliotecas, valorização da
inteligência e liberdade temos agora as redes sociais, a internet, os
computadores portáteis, bibliotecas virtuais, portais com filmes e espaço para
a criação de tantas emissoras de rádio e TV quanto quisermos. Obviamente essa
oportunidade cria reações assustadas e leis restritivas, regulação draconiana
etc.
Leis, decretos, regulamentos, normas, “democratismo”,
campanhas oportunistas, o terrorismo intelectual etc. são instrumentos de
mudança ou de dominação, tudo depende de lideranças construídas ou naturais.
Ainda somos sensíveis demais à mídia, ao marketing, à
vontade dos patrocinadores de mídia. Precisamos evoluir, saber ter curso,
caminho, cultura pessoal, individual. Maravilhosamente livros convencionais excelentes
aparecem, contornando a desculpa de que não existe tempo disponível para
navegar na WEB. Com certeza só é praticamente impossível voltar aos tempos dos
rolos de pele curtida de animais copiados de obras clássicas para estudar... ou
seja, a evolução já viabiliza até o livro digital, o e-book e, suprema arte, os
filmes (via youtube e similares).
Com tudo o que existe um país tão grande quanto o Brasil, perdendo
satélites e tempo, contém espaços escuros, currais eleitorais, gente mantida na
ignorância. Neste cenário nada mais lógico sentir que o financiamento de
campanhas caras e a dependência delas ainda é a comum em nosso país, algo que a
Operação Lava Jato mostra e demonstra.
Ninguém é santo ou demônio (ou não? O cinema dos tempos
geniais mostra exemplos de bandidos radicais). Usos e costumes infamantes,
contudo, acabam criando reações fortes; a Comuna de Paris, episódio quase oculto
na França, é um exemplo inequívoco de tragédia revolucionária. Após as
revoluções do século 19 o povo francês adotou um conservadorismo medroso que
durou muito.
Precisamos de serenidade, competência, coragem e força em
cérebros e cargos estratégicos de pessoas que nos governam para corrigir nossa
Democracia burocrática e corporativa. Qual será o futuro de nosso país?
Cascaes
8.3.2005
[1]
|
J. C. Cascaes.
[Online]. Available: http://querendo-entender-filosofia.blogspot.com.br/.
|
[2]
|
J. C. Cascaes.
[Online]. Available: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/.
|
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
08:41
Nenhum comentário:
Marcadores:
corrupção,
democracia no Brasil,
empreiteiras,
Leis e a Justiça,
Petrobras
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
O Brasil em crise, por quê? Nossas concessionárias - o processo de privatização funcionou?
A privatização das estatais e os governantes de plantão
No império o estilo de D. Pedro II manteve o Brasil unido em
torno de pessoas pouco criativas e morbidamente escravagistas [1] .
A República nasceu de forma extravagante e gerou mais
violência do que soluções. Demorou, mas depois de muitas constituições e sob o
efeito de um cenário nacional e internacional terrível, como sempre foi o
ambiente da Humanidade, tivemos a impressão de que poderíamos ser uma grande
nação. O calvário nesse caminho merece estudos e análises de bons
pesquisadores.
As dívidas e o Brasil apareceram com D. João VI [1] e nunca mais se
afastaram de nossas contas externas.
Guerras, guerrinhas, conflitos de todas as cores e espécies
travaram nossos governantes, ainda que eventualmente sérios e responsáveis.
Mudanças de constituição e de padrões de governo foram um desastre. Sem
estabilidade institucional e sendo muito grande o Brasil se nivelou por baixo [2] .
Os serviços essenciais podem ilustrar bem o que foi e tem
sido o Brasil, que até a crise de 1929 era objeto de atenção de grupos
estrangeiros poderosos.
As estatais brasileiras surgiram por efeito da indiferença
dos grandes investidores estrangeiros e abusos que cometiam contra o nosso
povo, esse, pelo menos era o discurso. Infelizmente, por pressões de
especialistas de aluguel e lideranças radicais não criamos indústrias e
tecnologia nacional, apenas comprávamos o que era necessário para suprir as
vaidades de alguns e o que era necessário para as rotinas da vida. Aqui
estudamos muito a arte da manutenção e operação ao gosto das empresas, só.
Construímos empresas respeitáveis, apesar de tudo. A CSN [ [3] , Vale do Rio Doce [4] , Petrobras,
Eletrobras, RFFSA [5] , TELEBRAS, Caixa
Econômica, EBTU, etc. cumpriram suas obrigações e também sofreram as maldades
daqueles que puderam governá-las , assim como tiveram alguns períodos de
glória. Empresas 100% estatais ou de capital misto foram necessárias em tempos
de crises internacionais, quando o Brasil era a última prioridade de possíveis
investidores, e depois para organizar um país que era uma tremenda colcha de
retalhos insuficientes ao seu desenvolvimento.
Na área energética nosso país deslanchou na década de
setenta para depois afundar vendo algumas de suas estatais pessimamente mal
administradas e adotando um modelo de privatização (ou doação?) que transformou
concessionárias e serviços essenciais em objeto de lucro, acima de tudo,
fiscalizadas por agências torpedeadas sistematicamente (recursos
contingenciados, autoridade dividida etc.). Agora enfrentam uma tremenda crise
após uma sequência equivocada de ações federais recentes, a estiagem, atraso de
obras estruturais e a especulação absurda (que mereceria uma auditagem
exemplar).
O lucro é fundamental assim como os impostos que os governos
cobram para manter suas estruturais, mas a corrupção e o desmazelo se
transformaram em câncer devastador, elevando a base de cálculo de tarifas,
preços e impostos.
Serviços essenciais e empresas estratégicas sempre foram
objeto de atenção popular e desenvolvimento de empresas (estatais, mistas,
privadas) com privilégios e apoios necessários e suficientes para que em países
mais inteligentes o controle de suas atividades não fosse parar longe de suas
fronteiras. Quando alguns países afundaram a internacionalização veio como uma
forma de corrigir vícios e costumes exagerados, afinal os investidores
estrangeiros pelo menos querem sucesso e lucro com suas empresas e a população
pode cansar de administrações caóticas.
Empresas de interesse social precisam ter um padrão ético
exemplar, de modo a poderem explicar e justificar seus custos, isso acontece?
Principalmente as concessionárias são submetidas a auditorias independentes e
competentes? Zelam pela transparência? No Brasil que empresas de auditoria
independentes, bem estruturadas, sérias e livres de suspeitas estão em
atividade por determinação de prefeitos, governadores e do sistema federal de
vigilância? Pagamos tarifas justas?
Infelizmente os impostos sobre os serviços essenciais são
pesados, ou seja, governantes dependem desse dinheiro para seus planos e assim
os municípios, estados e a União se tornam parte interessada nos custos. Os
votos são mais fáceis se ao final de mandato apresentarem uma “boa” administração
e ações de midiáticas [6] impressionantes...
Tarifas devem ter valores definidos com extrema cautela e
atenção a planos estratégicos bem definidos e debatidos com aqueles que
dependem de seus serviços, sistemas e produtos. Isso é feito aqui?
O Brasil mais uma vez mergulha nos efeitos dos desgovernos
existentes. Nesses últimos anos a verdade era proibida, privilégio de alguns.
Muito mais agradável era repetir a mídia de políticos e partidos no comando, o
nosso povo estava “ligado” na Copa do Mundo.
Os riscos conhecidos e escondidos e, para azar (ou sorte
para alguns, pois teve gente que faturou alto) daqueles que decidem levaram
nosso povo ao pesadelo atual. As piores hipóteses aconteceram. De repente
descobrimos que as campanhas eleitorais recentes disseram tudo, menos a
realidade dura e cruel que haveria em muitos lugares. Investimos muito para
perder de 7 a 1. Tivemos partidos e políticos mais sinceros, mas o populismo [7] venceu nessa terra
em que a escolarização em todos os níveis em grande escala é fato recente e
cidadania é coisa rara.
Vamos pagar contas pesadas, perder benefícios, ser tratados
como vilões, afinal sempre há o que dizer contra o povo, mais ainda se lideranças
significativas e turbinadas por preconceitos estiverem em postos importantes.
E agora?
O ideal seria a renúncia coletiva dos eleitos e o TSE partir
para novas eleições, pura ilusão, contudo, se acreditarmos que com os partidos
políticos existentes e nosso povo desorientado pela realidade tomará decisões sensatas
a favor do Brasil. Ou seja, o ideal pode ser uma tragédia, pois os mesmos terão
o aval de duas eleições e depois: sai da frente!
Precisamos consultar espíritos e sábios para desatar o nó
górdio em que estamos. Entre nós, os comuns, será prudente debater
exaustivamente o que aconteceu e meditar, rezar, orar para que o exemplo do
Juiz Sérgio Moro (mais o apoio do MPF e PF) seja valorizado firmemente de modo
a que não contaminem processos com firulas jurídicas e políticas.
Além dos processos por ações dolosas confessadas e evidentes
a qualquer cidadão medianamente informado, devemos rever lógicas de
desenvolvimento e subordinação a interesses predatórios de investidores e
políticos. Nosso povo não está no deserto e o maná não vai cair. Não teremos a
“bondade” dos donos do dinheiro e das ações colocadas no mercado estrangeiro,
por exemplo.
Precisamos, mais do que nunca, de correções dos pacotes
tenebrosos criados no início desse ano e mudanças em nossa política fiscal;
cansamos de pagar impostos, taxas, tarifas, encargos, carimbos etc. para
compensar erros de toda espécie e sustentar a burocracia sufocante de inúmeras
repartições públicas criadas para materializar leis bonitas e mal feitas.
A história das grandes estatais, das concessionárias de
capital misto e privadas mostra de forma clara e inequívoca o sentimento de
amor à Pátria, a farsa das ideologias e partidos políticos, o comportamento de
corporações e em última instância o que é o ser humano, em suas virtudes e
defeitos.
Onde nascemos, nessa terra rica e povo ainda inculto, mais
uma vez estamos no meio de uma tremenda crise. Será a última? Vamos aprender a
lição?
O Brasil merece uma recriação, de que jeito?
Cascaes
25.2.2015
|
[1]
|
J. C. Cascaes.
[Online]. Available: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/.
|
|
[2]
|
J. C. Cascaes.
[Online]. Available: http://o-irredento.blogspot.com.br/.
|
|
[3]
|
“Criação da Companhia
Siderúrgica Nacional,” [Online]. Available:
http://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/anos37-45/EstadoEconomia/CSN.
|
|
[4]
|
“Vale S.A.,”
[Online]. Available: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_S.A.. [Acesso em 27 2
2015].
|
|
[5]
|
D. A. /. L. L. d.
Santos., “A Ferrovia Atualmente,” 26 2 2015. [Online]. Available:
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/especiais/ferrovia-130-anos/a-ferrovia-atualmente.jpp.
|
|
[6]
|
J. C. Cascaes.
[Online]. Available: http://querendo-entender-filosofia.blogspot.com.br/.
|
|
[7]
|
F. S. Araujo, “Populismo,”
[Online]. Available: http://www.infoescola.com/politica/populismo/.
|
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
10:03
Nenhum comentário:
Marcadores:
Brasil,
corrupção,
Democracia,
empreiteiras,
estatais,
EUA,
fundos de investimento,
ideologias,
investidores,
Petrobras,
privatização
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Precisamos de reformas e competência para salvar o Brasil
Postado por
relatar atividades culturais e reuniões da Academia de Letras José de Alencar - ALJA
às
13:08
Nenhum comentário:
Assinar:
Postagens (Atom)