segunda-feira, 17 de março de 2014

João Carlos Caribé - liberdade na Internet (Campus Party)

Enviado em 09/02/2012
O ciberativista Caribé fala sobre algumas ameaças à liberdade e à troca de informações na Internet. Para ele, a insegurança jurídica e a centralização da infraestrutura na mão de grandes empresas são desafios a serem superados.

http://facebook.com/ebcnarede

terça-feira, 11 de março de 2014

Tenhamos fé no Brasil

O tempo passa e a Humanidade evolui, o Brasil também.
O progresso ético, cultural, social e político da Humanidade é um processo contínuo, com avanços e recuos. Com certeza milhões de pessoas na década de trinta do século 20 não imaginavam que o racismo, a xenofobia e paixões pelas guerras reverteriam em nações apaixonadas pelos seus ancestrais. O mundo se dividia entre as ideologias (Arendt, As Origens do Totalitarismo, 2007) nazifascistas, o pior socialismo possível na União Soviética, um sistema capitalista selvagem apesar dos esforços de moderação de algumas lideranças notáveis e derivativos. Tudo levou dramaticamente à Segunda Guerra Mundial, aos gulags, guerras civis, holocaustos e à manutenção de culturas perversas milenares.
No Brasil tínhamos um ambiente ruim, pois, como podemos agora estudar em detalhes em muitos livros excelentes, partíramos de cenários mais atrasados, graças a “riquezas” que demandavam o trabalho escravo.
Em tudo a criação de leis e a aplicação do que determinavam eram e agora, mais do que nunca, um termômetro dos inestimáveis ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.
Justiça (Sandel, 2013), direitos iguais e respeito ao próximo dependem visceralmente de cultura e civismo[1].
O Poder Judiciário no império de leis humanas sempre foi o grande indicador de civilidade e cidadania. Isso representou padrões de tribunais, cadeias, campos de concentração, polícias e paredões de fuzilamento, exílio etc.
Com todos os defeitos possíveis a Justiça é essencial, queremos sempre o amparo de regras boas ou más, mas explícitas, sujeitas ao nosso discernimento.
Aqui o Processo do Mensalão, longe de ser um julgamento dos envolvidos, reabriu a esperança de leis iguais para todos os brasileiros. Infelizmente foi capitalizado politicamente. De qualquer maneira deve ter sido decisivo para o mês inesquecível de junho de 2013. Mais uma vez um fato político espetacular e popular é submetido à máfia da mídia e de partidos políticos que se perde em programas degradantes para distrair o povo. O medo dos poderosos deve ter chegado ao nível do apavoramento.
A corrupção no Brasil contaminou a democracia a ponto de em conversas com políticos veteranos eles mostrarem claramente que é inevitável, não no ponto de vista deles, sempre qualificando seus esquemas como sendo inerentes à atividade política, portanto justos à medida que refletem nossa capacidade de alienação e cooptação assim como a satisfação de elites que se consideram donas do Brasil.
A Natureza, entretanto, demonstra os efeitos dos carteis, do consumismo e de lógicas transversas de progresso. Ou seja, nunca foi tão importante a honestidade em todos os sentidos e coragem da verdade (ver livros e filmes de Michel Foucault (Cascaes)). Nós, brasileiros, não aguentamos mais os efeitos de lógicas egoístas de gerenciamento do nosso país.
Isso tudo é perceptível por legisladores, administradores e juristas conscientes. É a esperança de evolução.
2014 promete ser um ano complexo. O Brasil e seu povo poderão avançar ou recuar no caminho sonhado pelas melhores cabeças. O cenário está montado para muitos caminhos. Isso acontece, principalmente, graças à liberdade extrema das redes sociais, não sem razão assustando os donos do Poder [ (Cinco anos após sua criação, Marco Civil da Internet será votado nesta semana na Câmara dos Deputados , 2014), (Marco Civil da Internet deve ser votado nesta terça; veja o que muda, 2014), (Mídia: Internet chegará ao 1º lugar, 2014)].
Devemos ser otimistas e acreditar na evolução (Para Cardozo, é preciso repensar a separação dos poderes, 2014) apesar das dúvidas em torno do “Marco da Internet”.
Sendo nacionalistas, apaixonados pelo Brasil, fazendo parte da torcida organizada pelo futuro sadio de nossa Pátria precisamos até lembrar outros brasileiros que mais cedo ou tarde a Justiça no Brasil será mais enérgica, enquadrando principalmente aqueles que desmoralizam nossa gente. Todos poderão alegar inocência, falta de provas, “não sabia” etc.
Em momentos revolucionários, como é uma das hipóteses de mudanças violentas, os tribunais se transformam em tribunais sumários, de exceção. É um padrão severo e perigoso, mas inerente às revoluções de grande amplitude. Poderemos ter revoluções reais, talvez sejam necessárias (Arendt, Sobre a Revolução).
De muitas maneiras é bom que todos que têm responsabilidades públicas, sociais, democráticas entendam que os brasileiros mais conscientes e nossa juventude disposta a lutar pelo Brasil mostrou a cara, sim, mostrou a cara em junho de 2013.
Sejamos atuantes, politizados (no bom sentido) e conscientes de nossas responsabilidades, e tenhamos fé, o Brasil vai mudar, mais cedo ou tarde, subindo na escala da seriedade, honestidade e compromisso de criação de um país saudável, justo, livre, fraterno.
Cascaes
11.3.2014
Arendt, H. (2007). As Origens do Totalitarismo. (R. Raposo, Trad.) São Paulo: Companhia das Letras.
Arendt, H. (s.d.). Sobre a Revolução. (D. Bottmann, Trad.) São Paulo: Companhia das Letras.
Cascaes, J. C. (s.d.). Fonte: Livros e Filmes Especiais: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/
Econômico, B. (10 de 3 de 2014). Para Cardozo, é preciso repensar a separação dos poderes. Fonte: Alagoas 24 horas: http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=191982
Honorato, R. (18 de 2 de 2014). Cinco anos após sua criação, Marco Civil da Internet será votado nesta semana na Câmara dos Deputados . Fonte: Vida Digital: http://veja.abril.com.br/noticia/vida-digital/cinco-anos-apos-sua-criacao-marco-civil-sera-votado-nesta-semana-na-camara
Marco Civil da Internet deve ser votado nesta terça; veja o que muda. (11 de 3 de 2014). Fonte: O Tempo: http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/marco-civil-da-internet-deve-ser-votado-nesta-ter%C3%A7a-veja-o-que-muda-1.805825
Nunes, C. (11 de 3 de 2014). Mídia: Internet chegará ao 1º lugar. Fonte: Cláudio Nunes: http://www.infonet.com.br/claudionunes/ler.asp?id=155702
Sandel, M. J. (2013). Justiça (12 ed.). (M. A. Heloísa Mathias, Trad.) Civilização Brasileira.





[1] O termo civismo refere-se a atitudes e comportamentos que no dia-a-dia manifestam os cidadãos na defesa de certos valores e práticas assumidas como os deveres fundamentais para a vida coletiva, visando a preservar a sua harmonia e melhorar o bem-estar de todos. Mais especificamente, o civismo consiste no respeito aos valores, às instituições e as práticas especificamente políticas de um país. Dessa forma, o civismo é uma questão de cultura política e de filosofia política.

Além disso, os conceitos de cidadania e de republicanismo também estão associados de maneira positiva ao civismo. Entretanto, por vezes o civismo é tomado como sinônimo de nacionalismo, pressupondo um comportamento mais beligerante, a que se associa (ou a que se pode associar) a xenofobia. Wikipédia

terça-feira, 4 de março de 2014

GOEBBELS TROPICAIS VEMELHOS - ponderações realistas de tempos de mídia radical


De: MANOEL [mailto:msorianoneto@hotmail.com]
Enviada em: segunda-feira, 3 de março de 2014 22:24
Assunto: FW: Verdades para pensar



 
GOEBBELS TROPICAIS VEMELHOS
General da Reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva
Não se trata de diminuir a dor de famílias enlutadas ou vítimas de violações, mas sim de denunciar a exploração facciosa do inquestionável sofrimento alheio com propósitos ideológicos inconfessáveis. Eis o teor das matérias da mídia e dos filmes sobre o enfrentamento da luta armada pelo regime militar. São cenas comoventes. A senhora idosa, a família triste em volta, a fotografia de um rapaz ou de uma jovem. Alguém da família fala com saudades do ente querido, que era uma pessoa bondosa, idealista, amante da liberdade e lutara para derrubar a ditadura militar no Brasil nos anos 60-70. Conta que ele ou ela foram presos, desapareceram, foram assassinados ou barbaramente torturados (coincidentemente todos sempre foram barbaramente torturados, como se não fosse o bastante ser torturado). Em seguida, a cena muda para imagens de violência e misturam a realidade dos conflitos de rua com a fantasia de películas que mostram a tortura como se fosse algo institucional.

Por outro lado, a mídia, em parte domesticada e facciosa, não divulga os crimes hediondos dos ex-guerrilheiros. Imaginem os assassinatos do Tenente PM Mendes Júnior, abatido a golpes de coronha de fuzil quando prisioneiro de Lamarca, este um falso herói criado pela esquerda radical, na realidade um desertor e fora da lei; o do Capitão Chandler dos EUA, crivado de balas diante da esposa e do filho, após ser condenado à morte por um espúrio tribunal revolucionário da ALN, organização terrorista que, com tais credenciais, buscava tomar o poder e se tornar governo; o do Soldado Mário Kozel Filho, cujo corpo foi destroçado por um carro bomba; e o do guia da força legal no Araguaia, torturado, mutilado e assassinado diante dos pais por guerrilheiros do PCdoB. A lista é imensa. Foram cerca de 119 mortos, vítimas diretas, e muito sofrimento causado a seus familiares pelos grupos armados. Mas estas verdades não são reveladas ao cidadão para o resgate da verdade histórica. As imagens desses irmãos e irmãs brasileiros, que também tinham sonhos e nobres atributos, e as de seus sofridos e não indenizados familiares, não são divulgadas e enaltecidas como as dos seus algozes, pois não interessam aos propósitos da propaganda ideológica dos goebbels tropicais vermelhos.

A mídia acolhe, também, o argumento de ex-militantes, como da própria presidente da República, que amenizam sua participação nos crimes da guerrilha alegando não terem participado da execução de ações armadas. Uns dizem que só faziam o apoio logístico, outros a administração financeira ou, ainda, apenas a formação política de quadros para o grupo guerrilheiro. Ao não questionar tal argumentação, a mídia passa um falso atestado de inocência. Ora, seria isento de dolo ou culpa, por exemplo, alguém que desse apoio direto à máfia, mas não pegasse em armas? Ex-guerrilheiros não podem fugir à responsabilidade, pois sabem muito bem que foram cúmplices de crimes, inclusive dos sequestros, execuções e atentados terroristas dos grupos aos quais pertenciam. Mas hoje, estão legalmente anistiados.

A falsa imagem do regime militar repassada à Nação e massificada durante décadas é a de governos tirânicos, que eliminaram as liberdades civis, perseguiram os cidadãos e empregaram a tortura como política de Estado para desmantelar a luta armada e aterrorizar a sociedade. A verdade é que no regime militar não se torturou nem mais nem menos do que se fazia antes e ainda se faz hoje. Ao tomar por base o discutível número de 20 mil torturados, o cálculo da incidência dessa violação resulta em menos de seis por dia, em todo País, nos dez anos de luta armada. Ora, desde a redemocratização, a televisão mostra constantemente muito mais cidadãos submetidos a tratamento desumano e violações em presídios e instituições de recuperação de menores. A Nação também sabe de torturas e assassinatos de pessoas sob a custódia do Estado ou vítimas de sua violência. Então, esta seria hoje uma velada política de Estado, haja vista os governos agirem só após a mídia levantar o problema e, ao sair da pauta o tema, tudo voltar a ser como antes? A verdade é que essas vítimas não defendem ideologias marxistas e, por isso, a esquerda radical não se empenha por sua proteção, indenização e melhoria de suas condições de vida, nem pela punição de seus algozes. É hipocrisia condenar a tortura em apenas um período da história.

Os advogados de guerrilheiros orientavam os clientes a mentir dizendo terem confessado seus crimes sob tortura, pois os processos seriam arquivados e eles absolvidos ou teriam as penas abrandadas. Muitos assim o fizeram como tática de luta para voltar à militância revolucionária. Três décadas depois, alguns foram indenizados ou ocupam posições importantes em altas esferas da sociedade. Confessar a mentira teria consequências legais para uns e um alto custo político para outros.

Não há exemplo de guerra revolucionária comunista que não tenha sido violenta, mas não existe um caso de guerra antirrevolucionária menos traumática do que a feita pelo regime militar. Acordos dificilmente se dão entre atores de igual poder, pois sempre haverá uma assimetria, o que não torna a negociação ilegal. Seria algo surrealista os derrotados numa tentativa ilegal e violenta de tomar o poder, para implantar uma ditadura comunista, imporem a anistia a seu bel prazer. O Brasil estava em plena abertura política, o AI/5 fora revogado, não havia lei de exceção, houve um processo legislativo com negociação aberta, participação do governo, da oposição, OAB, Igreja, artistas, imprensa e amplos setores da sociedade. Eles receberam todo o necessário para se reintegrar à sociedade. Que mais queriam? Ah! Faltaram os instrumentos para a vingança.


A sociedade apoiou o Estado contra a esquerda revolucionária, que não teve o reconhecimento de nenhuma democracia e nenhum organismo internacional de que representasse o povo brasileiro e lutasse por democracia. É hipocrisia a condenação dos governos militares por quem professava e ainda professa a ideologia de ditaduras totalitárias responsáveis pelos maiores crimes contra a humanidade como foram a URSS e a China. Se tomassem o poder, cometeriam violações no mínimo iguais às cometidas em Cuba por Fidel Castro, ícone sagrado da esquerda tupiniquim e das mais altas lideranças do País.

sábado, 1 de março de 2014

documentário :Sobreviver Calado - A verdadeira cuba

Historiador americano fala sobre a relação da ditadura brasileira e os EUA



Enviado em 04/01/2011
Na entrevista para o Milênio (Globo News), James Green dá detalhes da pesquisa que se transformou no livro "Apesar de vocês", que conta como a opinião pública norte-americana se organizou para pressionar o governo dos EUA a retirar o apoio ao regime militar brasileiro e também na América Latina.
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Precisamos salvar o Brasil do desgoverno

O parlamentarismo irresponsável brasileiro
No processo de formação da atual Constituição Federal do Brasil em 1983 o país caminhava para um sistema parlamentarista, seria ótimo e mais ajustado ao que a federação brasileira merece e pode aceitar. O Presidente da República seria um árbitro do Congresso que nomearia um primeiro ministro para realmente governar.
O Parlamento precisa ser responsável e não simplesmente uma fábrica de leis.
A atuação do time do então Presidente José Sarney anulou esses esforços assim como um partido que surgia com propostas de governo forte e moralista, o PT. O Partido dos Trabalhadores é uma sombra ruim do que parecia ser.
Sarney ganhou mais um ano de governo e o resto estamos vendo.
O Brasil mais uma vez vive o desgoverno causado por um processo de mútua dependência entre Legislativo e Executivo intermediado pelos grandes grupos econômicos, onipresentes nessas terras incultas e belas desde os tempos de D. PedroII.
A Presidenta Dilma Rousseff se perdeu no jogo dos Poderes. Deixou-se levar pela FIESP e outros que espertamente a induziram a tomar decisões erradas. Agravando tudo isso enfrentou ONGs criminosas e alienadas que agora se escondem, deveriam ir para a Mídia explicar porque estamos quase sob racionamento de energia elétrica., seus cataventos e PCHs não compensam grandes centrais de geração de energia que deveriam existir na região Sudeste, nosso centro de carga.
Felizmente, em termos, o Brasil parou. O Pibinho protelou o desastre energético, isso sem falar na fragilidade da dependência de linhas de transmissão gigantescas num país com altos níveis isocerâunicos e capaz de sofrer ventos fortes, como vimos acontecer no Paraná em 1990 ou 1991, quando duas linhas de 500kV viraram uma maçaroca perto da cidade de Palmas...
Pode ser que escapemos do racionamento de energia. Até os juros voltaram a crescer, quem sabe para conter o crescimento.
2014 será um ano difícil, complexo e poderá entrar para a história do Brasil da pior maneira possível.
Não queremos desastres.
Precisamos de lideranças apaixonadas pelo Brasil que deixem de lado divergências e se reúnam para salvar nosso povo dos resultados do desgoverno. Vamos torcer apaixonadamente para que nossa Presidenta consulte essas pessoas. Não será o Papa que salvará o Brasil.
É hora de máxima competência e inteligência.
O sistema político atual é degradante, humilhante, corrupto, nojento. Nosso povo merece melhor Governo e instituições.

Cascaes
24.2.2014





PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: Que rumor é este, Cármen? - VINICIUS MOTA

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: Que rumor é este, Cármen? - VINICIUS MOTA: FOLHA DE SP - 24/02 SÃO PAULO - O velho diplomata caminhava pelo centro do Rio quando uma algazarra o fez recordar do tempo em que servira e...

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: Inimigo mora ao lado - VALDO CRUZ

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: Inimigo mora ao lado - VALDO CRUZ: FOLHA DE SP - 24/02 BRASÍLIA - A pesquisa Datafolha mostra que hoje, insisto, hoje, o maior "adversário" da presidente Dilma Rouss...

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Doação de empresas garante 2/3 de receitas de partidos

Doação de empresas garante 2/3 de receitas de partidos


Momento para ações manifestações inteligentes

Imagens mentirosas
Copa do Mundo, Olimpíadas e até a Fórmula 1 têm o apoio de políticos e governantes na eterna sede de mídia. Eles não propõem olimpíadas da saúde, educação, tecnologia, segurança etc.
Seria possível mostrando, por exemplo, grandes conquistas e comparando-as entre si.
Precisamos do esporte. Os jovens têm hormônios e produzem adrenalina em excesso. É preferível que gastem suas energias físicas em campeonatos e não em guerras.
O que devemos, contudo, é também criar campeões em tecnologia, em serviços, e inovações, e atividades que viabilizem o futuro dessas e das próximas gerações. Esses mereceriam mídia fortíssima, patrocinadores?
Gastamos fortunas e até mudamos leis para agradar entidades privadas que nos entompem de arenas que o povo brasileiro terá dificuldades de pagar para frequentar após os campeonatos. Talvez criem o “vale torcedor” para que nossa gente mais humilde tenha condições de torcer pelos seus clubes ao vivo, dentro dos coliseus modernos.
O Governo Federal forma uma tremenda força policial e até assusta com a presença das Forças Armadas para garantir da Copa do Mundo (como diria o Macaco Simão, somos o país da piada pronta). Grupos extremamente poderosos não querem perder dinheiro...
No início do Governo Lula observamos nosso Presidente viajando e negociando influências. Queria entrar para a história com a ocupação de espaços estratégicos no mundo mercantilista e subordinado historicamente a menos de meia dúzia de países e talvez, acima de tudo, uma centena de mega capitalistas. Não deixaram e a Copa do Mundo foi a solução.
Agora além de arenas caras e luxuosas temos uma parcela da juventude mobilizada em manifestações suicidas. Esquecem que as emissoras de TV, muito bem escoradas pelo governo atual, até ganharam um herói, um cinegrafista mal protegido. Tudo pronto para demonizar os manifestantes.
Agora é momento de protestos inteligentes, para quê perder uma geração de lideranças jovens?
Teremos eleições, vamos mobilizar o povo para, se possível, mudar as regras eleitorais. Será terrível escolher entre os possíveis candidatos à Presidência atuais, que gente horrível.
Que frustração para nós da geração quarenta, jovem dos anos sessenta!

Cascaes
23.2.2014



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

domingo, 16 de fevereiro de 2014

O terrorismo imperialista?



Publicado em 09/05/2012
Ce que cache le réchauffement climatique: le contrôle de nos vies dans le moindre fait et geste ! la dictature commence comme ça ! les sociétés privés auront le contrôle sur toutes les ressources naturelles du monde, a grand renfort des personnalités politiques des pays riches sous la tutelle de l'ONU !
Citoyens refusé que des élèves de collèges tries leurs déchets a la cantines, qui influencera leur vôte en faveur des écologistes tyranniques ! Voté ECOLO c'est renforcé le pouvoir de nous soumettre a toujours payé plus pour la soit disant bonne cause ! sachet qu'il vaut mieux un rechauffement climatique qu'un refroidissement climatique ! mais depuis 10 ans les satellites d'observations de la terre sont vers des données vers le refroidissement ! Les medias nous formatent dans le catastrophisme pour mieux accepté les taxes, et mettre aux pouvoirs des ecologisites a la sevent rouge ! 2.3% de voix aux présidentiel 2012 prouvent que l'information commence a passé !
Si vous voulez comprendre la grande arnaque du réchauffement climatique regarder la conférence de Courtillot lors des Journées Scientifiques de la faculté de Nantes. Il y démonte les erreurs et mensonges du GIEC.

C'est a partir de la partie 3 que cela devient intéressant.

Partie 1 : http://www.youtube.com/watch?v=N57tx8...
Partie 2 : http://www.youtube.com/watch?v=VB_xpj...
Partie 3 : http://www.youtube.com/watch?v=K10UuL...
Partie 4 : http://www.youtube.com/watch?v=nwoSIG...
Partie 5 : http://www.youtube.com/watch?v=uhHKIX...
Partie 6 : http://www.youtube.com/watch?v=r56cJ9...

Si nous ne pouvons réfléchir par nous-mêmes, du fait que nous sommes pas des experts, nous sommes condamnés à croire ce qu'on nous enseigne,
par les médias, mais aussi en SVT par l'école !!!
Les débats rare sur ce sujets sont porté sur des opinons et peut souvent sur des arguments scientifiques, il y a là de l'idéologie, de la croyance ! méfions nous !

Vidéos avec claude allégre spécialiste de la chimie atmosphérique :
http://www.dailymotion.com/video/xbbw...
et :
http://www.dailymotion.com/video/x5kv...

Liste de scientifiques sceptiques sur le réchauffement climatique :
http://www.wikiberal.org/wiki/Liste_d...

Voilà ce qui prouve par la reponse formaté de politique correcte quand on évoque ce sujet : http://www.youtube.com/watch?v=ob5Qip...
eric zemour en a fait les frais et insulté ceci pour le rabaissé et lui faire fermé sa guelle ! par cette écolo idéologique !
a l'epoque mediéval, quand un scietifique disait que la terre est ronde, la religion le condamnée, nous en somme là avec les ecolos !

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A Copa do Mundo - hora da verdade

Os gringos podem reclamar do Brasil? Onde erramos?
Em 1950, ao final de uma guerra promovida pelos europeus e japoneses, o Brasil fez a caridade de patrocinar a realização da Copa do Mundo. Foi motivo de debates políticos ferozes no Rio de Janeiro; naquela época já havia resistência a luxos inoportunos. O Brasil perdeu e ficamos com as contas, projetos importantes protelados e a tristeza terrível que só se atenuou em 1958, tempos em que a FIFA não mandava tanto.
O Maracanã foi nosso grande luxo e as viagens internacionais, extremamente caras, deixaram para os brasileiros a responsabilidade de lotar estádios, com poucos lugares para a “nobreza” e muito espaço para nossos torcedores.
O futebol era paixão de nosso povo que o praticava nas várzeas, campos improvisados e praias, além de campos de futebol de clubes e escolas.
Que brasileiro não praticou esporte? Futebol?
Agora ganhamos a Copa[ (Figueiredo, 2013), (Romário)], ou melhor, compramos o direito de sediar a Copa, a favor de quem?
A FIFA decide a favor de seus patrocinadores e somos obrigados a aceitar tudo (divisas?). Até um padrão de Justiça diferente (tribunais de exceção? (Martins, 2013)) existirá servido por um esquema policial nunca visto no Brasil. Quem vai realmente ganhar com isso?
Temos o PAC da Copa, poderia ser o PAC do Brasil, preferiram ser da Copa.
Revoltas justas e merecidas estão acontecendo, imprudentes com certeza, pois acontecem de forma inadequada, destruindo vidas e imagens que deveriam ser preservadas, afinal o Brasil é apenas mais na lista dos desmandos de governantes e grupos econômicos que faturam pesado com o desporto.
A conta vem depois.
O que incomoda é que o Brasil poderia ter feito tudo com maior seriedade. Fosse qual fosse a motivação, tivemos tempo para planejar, viabilizar, projetar e fazer com honestidade e seriedade, qualidade confiabilidade.
Excessos? Também houve tempo para forçar ajustes no acordo com a FIFA, afinal o mundo mergulhou em uma crise com marolas e tsunamis até hoje.
O que faltou? Onde erramos?
Em Curitiba chegaram ao absurdo de comprometer o planejamento da cidade estimulando adensamentos absurdos. Solo mal criado (PARCERIA PARA A COPA: A POPULAÇÃO PAGA E O CLUBE LEVA, 2013)? Sim.
O mais intrigante foi a reação pálida de profissionais em muitas especialidades, gente que fala difícil. Será porquê teriam bons contratos e empregos em perspectiva?
Mais ainda, no jogo sem limites do maquiavelismo político a conta vai para o contribuinte, para todos nós. Merecemos isso?
Em tempo, o vandalismo é rotina por aí, onde jovens frustrados pelos seus governos ou simplesmente revoltados com as injustiças sociais partem para a mais elementar reação política, a manifestação na forma de “vandalismo” contra a não aceitação de decisões dos chefes de plantão e do resultado de práticas sociais que não lhes agradam. Loucos e desajustados também existem, os psicólogos e psiquiatras sabem que não são poucos.
Com certeza nunca nenhum governo satisfará a todos, o que preocupa é perceber que no Brasil parece que ultrapassamos fronteiras razoáveis. O que isso significa? Não vale usar as declarações formais e eventuais daqueles que lucram com a Copa do Mundo...
Cascaes
10.2.2014

Ciro Barros, G. A. (20 de 09 de 2013). PARCERIA PARA A COPA: A POPULAÇÃO PAGA E O CLUBE LEVA. Fonte: Publica: http://www.apublica.org/2013/09/copa-do-mundo-curitiba-arena-da-baixada-engenharia-financeira/
Figueiredo, P. (28 de 10 de 2013). O presidente Joao Figueiredo e a Copa do Mundo . Fonte: Diplomatizzando: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2013/10/o-presidente-joao-figueiredo-e-copa-do.html
Martins, A. (5 de 12 de 2013). Copa-2014: Brasil terá tribunais de exceção? Fonte: Carta Capital: http://www.cartacapital.com.br/blogs/outras-palavras/copa-2014-brasil-tera-tribunais-de-excecao-7783.html
Romário. (s.d.). Romário - Copa do Mundo, de 2014, e os Jogos Olímpicos, de 2016. Fonte: Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=1x0wr3ApsuI






terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Guerrilha urbana
Estamos subindo a escada da guerrilha política. Ela começou de forma aleatória, primária. A não aceitação violenta das leis comuns e regras sociais é uma forma primária e pré-revolucionária, estamos nessa fase e o futuro é absolutamente imprevisível diante da miopia e na crença de superpoderes daqueles que mandam no Brasil.
As cidades já mostram o que poderíamos qualificar de “guerrilha urbana”. Nos presídios religiões, conceitos rudimentares de política e muita disposição para a luta dos presidiários excluem a Polícia formal. O ambiente sórdido em que sobrevivem é, na maioria dos casos, desproporcional com os crimes que os levaram à cadeia. Enquanto padecem os horrores medievais de cárceres brasileiros, outros desfilam de heróis e exigem privilégios, pois, algo inédito, foram investigados, julgados e condenados. Pior ainda, os maiores criminosos estão soltos...
Como chegamos a esse ponto? Quando imaginamos a letra de nosso hino Nacional pensamos que estamos tendo um pesadelo com medo de acordar.
Nosso povo mais humilde sempre foi desprezado pelas elites nacionais e internacionais. Na visão geral que pode ser confirmada em qualquer livro sério de história e sociologia descobrimos que nossas mazelas vêm de longe.
Muitas pequenas e grandes revoluções aconteceram no Brasil, todas elas, naturalmente, refletindo a cultura e poderes em conflito. Ao sul das Três Américas ficamos alheios a muitas transformações que outros povos foram objeto de forma pacífica e violenta.
Não temos que lamentar nossa índole e o resultado do que aconteceu. Era o que era possível num país continental, tropical e imerso em florestas e mosquitos, habitado por nações pré-colombianas com origens em outros continentes, somos, contudo, todos descendentes dos mesmos canteiros.
O ser humano é o que é [ (Golding), (Nietzsche), etc.] e sendo uma espécie animal pretensamente racional vive de paixões e instintos, com raras exceções. Chegamos a situações de histeria absurdas como vimos acontecer em Joinville no ano passado num simples jogo de futebol entre times de profissionais.
O mundo moderno gera desejos e costumes, muitos deles fortalecendo os piores instintos.
As drogas baixam de custo e eliminam o pouco de equilíbrio emocional que os viciados teriam.
Nossos governantes continuam desprezando a Educação, a Saúde, o lazer sadio, a facilitação do trabalho, a dignidade humana. Isso é um dos efeitos da submissão tácita a grupos econômicos supranacionais, absolutamente indiferentes a quem não chega ao Olimpo e devidamente confortados por ideologias ultraegoístas e religiões que dão amparo a pretensões pessoais dessa espécie.
Enquanto o mundo de Caras acredita que viver é exibir-se, os meios de comunicação evoluem, a universalização da informação acontece e as feridas estão se abrindo da pior maneira.
No Brasil estamos em meio a uma escalada de violência, crescimento e mudanças de tonalidades da agressividade mútua. Vimos há muito tempo a ideologia simplória de quadrilhas e criminosos; simplória ou não o crime organizado mostra-se mais e mais eficaz onde seus agentes têm alguma instrução e muita inteligência.
O que é espantoso é a indiferença de elites novas e antigas diante da tragédia social em estamos mergulhados. A classe média com mais eletrodomésticos, vinhos e carros importados e apartamentos de luxo dá a ilusão de sucesso de “políticas econômicas e sociais”.
Todos esquecem o poder da mídia comercial, do marqueting mais e mais exigente e a capacidade crítica dos adolescentes marginalizados. Por que milhões de brasileiros jovens e crianças são obrigados a viver de forma tão estúpida?
Nossas elites emplumadas abandonaram as crianças. Para a infância e a juventude o desprezo e a irritação contra pais prolíficos que já fizeram a riqueza dos grandes operadores de escravos de qualquer cor. Aliás, os escravagistas até qualificavam a capacidade de submissão da mão de obra servil em função de suas origens... As leis de imigração refletem isso em todos os países ao longo do tempo.
Nesse início de ano vale lembrar a Revolução Francesa e a história daquele país nos século 18 e 19 [ (Darnton), (Renoir), etc.], alguns livros mostrarão situações razoavelmente semelhantes à nossa. A diferença maior é o grau de hipocrisia. Desde as Barricadas de Paris (Lecaillon) as aristocracias modernas adotaram padrões de dispersão e distração mais eficazes.
E agora?
A formação de megalópoles, autênticas monstrópoles, se ajuda a eleger para os maiores cargos da nação os seus prefeitos também ajuda na formação de movimentos de revoltas praticamente irresistíveis. Em junho de 2013 vimos o que significa a vontade de um povo de reagir à corrupção, à incompetência, à sandice do governo em função de orientações frívolas e oportunistas.
Nossas livrarias estão mostrando sucessos “best sellers” nacionais, muitos deles relatando o que seus autores sabem sobre a corrupção de esquerda, direita, centro, acima e abaixo dos palácios.
Estamos com leis românticas e governantes confusos, o que farão? Saberão encontrar um padrão de respeitabilidade e competência que dê a todos os brasileiros trabalhadores, honestos e patriotas o prazer de pagarem impostos, tranquilidade, saúde, segurança, dignidade?
Salvarão as novas gerações oferecendo-lhes escolas, creches, postos de saúde, formação profissional etc.
Darão às pessoas com deficiência(s) condições de mostrarem seus valores?
Criarão condições de aposentadoria e respeito aos idosos e idosas?
Reformarão nossas cidades de modo a reverterem a degradação ambiental (em todos os sentidos)?
Viabilizarão a integração de todos os povos que vivem dentro das fronteiras do Brasil?
Precisamos do Brasil que nossos hinos cantam.
Somos seres humanos, aqui e fora de nossas fronteiras. O mundo não é acolhedor. O ideal é sonhar e trabalhar para formação de nossa pátria. Em tempos de crise os estrangeiros viram objetos indesejáveis em qualquer lugar.
Filmes em cartaz mostram o que foi o nazismo, o antissemitismo e outras tragédias humanas.
Ser brasileiro não é uma boa qualificação lá fora, exceto para aqueles muito ricos, em condições de comprar qualquer cidadania.
Uma coisa é certa, se os chefes de plantão errarem terão para onde fugir (alguns com passaportes prontos e talvez algo mais para recebê-los), e nós vamos para onde?
Cascaes
4.2.2014
Darnton, R. (s.d.). O Diabo na Água Benta. Fonte: Livros e Filmes Especiais : http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2013/03/o-diabo-na-agua-benta.html
Golding, W. (s.d.). O Senhor das Moscas - "Lord of Flies". Editora Nova Fronteira.
Lecaillon, J. F. (s.d.). La Commune de Paris - racontée par les Parisiens. Bernard Giovanangeli Éditeur.
Nietzsche, F. (s.d.). Humano, Demasiado Humano (2 ed.). (A. C. Braga, Trad.) escala.
Renoir, J. (s.d.). A Marselhesa - Uma crônica da Revolução Francesa . Fonte: Jean Renoir: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2010/06/marselhesa-uma-cronica-da-revolucao.html



sábado, 1 de fevereiro de 2014

Até quando o Brasil será uma colônia de países mais fortes?

15. Assim, submisso ao modelo dependente, o governo não tem autonomia sequer para manejar as taxas de câmbio nem as taxas de juros, nem praticar políticas expansionistas ou contracionistas da moeda e do crédito. 

16. O tenebroso art. 164 da Constituição dá todo o poder ao Banco Central para emitir moeda, para passá-la exclusivamente aos bancos privados, deixando sem recursos o setor público e o próprio Tesouro, assim obrigado a endividar-se com os bancos. Não bastasse tudo isso, suas disponibilidades de caixa têm que ser depositadas no Banco Central.

17.  As causas do descalabro são, portanto, estruturais, sistêmicas. Como também estas: 

a) a administração pública tornou-se incapaz de conduzir o desenvolvimento, com o Estado  enfraquecido pelo serviço da dívida, e com as estatais incrivelmente capitalizadas pelo Estado antes de serem privatizadas em favor de grupos concentradores, inclusive estrangeiros.

b) o setor privado nacional continua vitimado pelas políticas públicas, desde que foi condenado a definhar, desde o golpe de 1954, que decretou a entrega do mercado ás empresas transnacionais, sem que tivessem sequer de investir realmente, subsidiadas, de forma absurda, para trazer suas máquinas usadas, amortizadas e mais que pagas no exterior.

c) esses  oligopólios e carteis – que continuaram sendo subsidiados pela União, Estados e Municípios e ocupam posições dominantes  - são os agentes da transferência de recursos para o exterior, através de diversas contas. 

d) essa é a grande fonte da dívida externa, que se desdobrou na enorme dívida interna, cevada com a capitalização de juros, devido às taxas de juros extorsivas; estas, por sua vez, a raiz da dependência financeira, que pretende justificar as altas taxas de juros dos títulos públicos para atrair capitais a fim de compensar os déficits na conta corrente.

e) a ascendência das transnacionais fez delas as beneficiárias dos incríveis subsídios às exportações, instituídos desde o final dos anos 60, as quais não evitaram a explosão da dívida externa daí até o final dos anos 70, que também cresceu com os investimentos públicos na infra-estrutura e nas indústrias básicas, sob dependência financeira (comandada pelo Banco Mundial) e dependência tecnológica, agravadas em função das especificações impostas nas concorrências internacionais.

f) no  “modelo brasileiro” – alardeado nos anos dos falsos milagres econômicos – não há  como incorporar a maior parte da força de trabalho a um processo produtivo de qualidade, nem elevar  o padrão de vida do grosso da população: só cresce a já esmagadora concentração da renda nas grandes empresas e os modestos programas de transferência de renda, na tentativa de sustentar parte do número gigantesco dos  marginalizados, a grande maioria da população; tudo como o Banco Mundial gosta, enquanto  as transnacionais extraem os recursos naturais do País e transferem para o exterior os lucros, principalmente como despesas, afora as crescentes remessas como lucros oficiais e juros.

17. Colocar o Brasil no caminho da industrialização, com produção crescente de bens de alto valor agregado e intensidade tecnológica é tarefa que não há como realizar sem as mudanças estruturais rejeitadas pela atual estrutura de poder, dominada pelos   concentradores, que controlam também o processo político e os centros formadores de opinião, inclusive a mídia.


* - Adriano Benayon é doutor em economia e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento.

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

DHPAZ PARANÁ - DEPOIMENTOS PARA A HISTÓRIA - GERALDO SERATHIUK

DHPAZ PARANÁ - DEPOIMENTOS PARA A HISTÓRIA - IVO PUGNALONI

DHPAZ PARANÁ - DEPOIMENTOS PARA A HISTÓRIA - STENIO SALLES JACOB

DHPAZ PARANÁ - DEPOIMENTOS PARA A HISTÓRIA - OSVALDO MACEDO

DHPAZ PARANÁ - DEPOIMENTOS PARA A HISTÓRIA - DENI LINEU SCHWARTZ - ver ao lado outros filmes já realizados

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: O sol na cabeça - FERNANDO GABEIRA

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: O sol na cabeça - FERNANDO GABEIRA: O Estado de S.Paulo - 31/01 Nestes tempos de muito calor, tempestades e milhares de raios, uma carioca da Gávea teve muita sorte porque lhe ...

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Os gringos esnobando o Brasil

Jogadores famosos batendo papo com a Dilma no twitter e encontro oficial com o presidente do País FIFA, aquele que manda realmente no Brasil, foram algumas das ações do marketing do governo com dois objetivos: tranquilizar o mundo de que a incompetência do PT em preparar o país para a Copa do Mundo é relativa e esvaziar o movimento ‪#‎naovaitercopa‬. Enquanto Dilma fazia dobradinha com Blatter em Davos, aqui no Brasil o secretário-geral da FIFA, Jérome Valcke, um crítico duro da desorganização brasileira, colocava panos quentes em declarações anteriores. A vocação marqueteira do PT, novamente, tenta mascarar a realidade. Não há como esta ser a " Copa das Copas" como afirmou Dilma Rousseff. Está mais parecendo 1950.
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  • Ney Baião tudo para mim... um cenário assustador - Um cassino com medíocres adminstradores...Uma Las Vegas .... políticos jogando roleta com o dinheiro dos contribuintes...
  • João Carlos Cascaes Em 1950 a aristocracia europeia, aliada dos nazistas, tinha destruído a Europa. O Brasil também naquela época desperdiçou dinheiro, menos na Copa do Mundo, uma polêmica carioca, e mais importando besteiras.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: A solução está com o povo - MARIO CESAR FLORES

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: A solução está com o povo - MARIO CESAR FLORES: O Estado de S.Paulo - 22/01 Duas estruturas institucionais controlam hoje o Brasil. A primeira, o governo de coalizão - um modelo imposto pe...

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Blog do Bronca: Protesto de petistas pede "liberdade" para Gaievsk...

Blog do Bronca: Protesto de petistas pede "liberdade" para Gaievsk...: O depoimento do ex-assessor da Casa Civil,  Eduardo Gaievski (PT), hoje à tarde em Realeza, foi marcada por um protesto organizado por ...

Perderam a vergonha?

É incrível a postura de alguns petistas. 
Seriam eles parte de uma aristocracia de tempos imperiais?

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

domingo, 12 de janeiro de 2014

A liberdade e a democracia em processo de desmonte

João Carlos Cascaes compartilhou a foto de VEJA.
O maior esquema de mídia lúdica, censura (redes sociais, policial, mídia etc.) e aparato repressivo desde a década de setenta (agora infinitamente mais eficaz) está sendo montado, tudo de acordo com leis e decisões jurídicas que aos poucos vão acontecendo. A FIFA agradece, o povo paga a conta e tudo será útil adiante para a defesa dos bandidos.
Governo monitora de perto possibilidade de manifestações em 2014http://abr.ai/1gp3rXY Informação do Radar On-line - Lauro Jardim