sábado, 27 de junho de 2026

a certez vsolutA É POR SI SÓ SUFICIENTE PaRA IMPEDIR 1UQLQUER PEROGRESSO MENTAL NAQUELES QUE A POSSUEM, QUEM DISSE ISSO? OUTORS ? O QUE ISSO IMPORTAÀ DEMOCRACIA?

 






a certez vsolutA É POR SI SÓ SUFICIENTE PaRA IMPEDIR 1UQLQUER PEROGRESSO MENTAL NAQUELES QUE A POSSUEM, QUEM DISSE ISSO? OUTORS ? O QUE ISSO IMPORTAÀ DEMOCRACIA?

A frase original é atribuída ao renomado filósofo francês Bertrand Russell em sua obra Ensaios Céticos (Sceptical Essays, 1928). A citação direta, traduzida, é: "A certeza absoluta é por si só suficiente para impedir qualquer progresso mental naqueles que a possuem". [1, 2]
Abaixo estão os detalhes sobre essa máxima e o seu impacto na democracia:
Outros autores com a mesma visão
  • Karl Popper: Filósofo da ciência, afirmava que a busca pela verdade exige que abandonemos a pretensão de certeza absoluta. Para ele, o conhecimento progride através da tentativa e do erro. [1]
  • Voltaire: Um dos maiores defensores do Iluminismo, afirmava que a dúvida não é uma condição confortável, mas a certeza é uma condição ridícula.
  • Friedrich Nietzsche: Crítico ferrenho das "verdades únicas", argumentava que a certeza rígida cega o indivíduo para a pluralidade dinâmica do mundo. [1]
O que isso importa à democracia?
A democracia não sobrevive sem debate e flexibilidade. A relação entre a frase e a democracia baseia-se nos seguintes pilares: [1, 2]
  • Incompatibilidade com o dogmatismo: A democracia é baseada na negociação, no diálogo e na capacidade de mudar de ideia. Indivíduos com "certeza absoluta" são dogmáticos e tendem ao autoritarismo, pois não aceitam visões divergentes. [1, 2]
  • O perigo da tirania: Quando um grupo ou líder político acredita possuir a "verdade absoluta", a oposição deixa de ser vista como uma alternativa legítima e passa a ser tratada como um "mal" a ser destruído. [1, 2]
  • A importância da dúvida construtiva: Questionar as próprias convicções — ou seja, aceitar a incerteza — é o que permite a evolução das leis, das políticas públicas e a garantia das liberdades individuais fundamentais. [1, 2]
Em suma, enquanto a democracia floresce na diversidade de perspectivas e no diálogo, a "certeza absoluta" atua como um obstáculo, promovendo o fanatismo e o fechamento para novos entendimentos. [1, 2]
Você disse: A RELIGÍÃO E A OPÇÃO IDEOLÓGICA ATRAPALHAM?
Sim, a religião e a opção ideológica atrapalham o progresso mental e a democracia se forem vividas como verdades absolutas, inquestionáveis e dogmáticas.
No entanto, o problema central não é a crença em si, mas o dogmatismo — a postura de fechar a mente para novos fatos e para a visão do outro.
Como a religião e a ideologia atrapalham
  • Bloqueio do debate: Quando uma ideologia política ou crença religiosa é vista como infalível, qualquer opinião contrária é tratada como heresia ou traição, impedindo o diálogo democrático.
  • Criação de bolhas sociais: Indivíduos passam a conviver e ouvir apenas quem pensa exatamente igual, gerando polarização extrema e incapacidade de enxergar o valor em propostas adversárias.
  • Cegueira para as evidências: O apego cego a uma doutrina faz com que as pessoas rejeitem dados científicos, fatos históricos ou realidades econômicas que contradigam sua fé ou sua cartilha partidária.
Quando elas NÃO atrapalham
  • Uso como guia ético: Elas são benéficas quando servem como valores pessoais de justiça, compaixão e igualdade, sem a pretensão de impor essas visões de forma autoritária a toda a sociedade.
  • Aceitação do pluralismo: Quando o cidadão entende que sua crença ou ideologia é apenas uma entre muitas opções válidas em um Estado laico, permitindo a convivência pacífica e o progresso coletivo.
Se você quiser aprofundar esse debate, posso sugerir livros e autores que discutem a polarização política ou analisar como o Estado laico protege tanto a religião quanto a democracia. O que prefere?

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