segunda-feira, 27 de abril de 2015

O Brasil é grande demais para ser governado por um comitê de iluminados em Brasília

O pesadelo da omissão e incompreensão
O Brasil esteve desde o início do período imperial sob o risco de se dissolver à semelhança da América Espanhola. Nossos imperadores e posteriormente os presidentes e ditadores zelaram pela união nacional. Foram eficazes?
Vivemos num grande país que poderia ser uma belíssima federação de estados com mais independência, autonomia e responsabilidade política, administrativa, fiscal e até conceitual, ou seja, criando instituições mais ajustadas à cultura regional.
Com certeza existem estados que teriam dificuldades se a reorganização da União fosse baseada em simples mudança de condição institucional dos atuais estados, mas o Brasil poderia ter outra divisão, talvez respeitando as regiões atuais (cinco).
O que podemos deduzir analisando as crises que estamos enfrentando é que o excesso de poder do governo central (Brasília) é extremamente perigoso para nosso povo. Com sobrecarga de atribuições e poderes a Presidência e o Parlamento Federal, lá no centro geográfico desse país de dimensões continentais, quer até determinar detalhes insignificantes de nossas vidas esquecendo as tremendas diferenças existentes entre nós.
O Brasil atualmente é uma empresa gigantesca com centenas de milhares de funcionários inventando regras e normas sem conhecer nossa realidade, ou melhor, exigindo do Governo Federal algo impossível. Não temos riquezas naturais em excesso, dependemos de nosso trabalho, precisamos crescer sob todos os aspectos, de que jeito quando sentimos o nosso povo dividido como se fôssemos uma coleção de torcidas organizadas acusando-se mutuamente e querendo matar o árbitro após o desastre em que mergulhamos?
Falam em siglas partidárias, ideologias, partidos políticos etc. quando deveríamos estar desde sempre preocupados com a formação sadia de uma grande nação. É, entretanto, pedir demais de qualquer ser humano que assuma a Presidência com a estrutura institucional criada, existente.
Precisamos trazer para as cidades e estados maior responsabilidade e direitos.
É simples no cenário brasileiro atual jogar a culpa em outros poderes, níveis de governo etc., quase nada é atribuição exclusiva das cidades onde padrões e normas federais acabam influindo em projetos nem sempre ao alcance de seus contribuintes. Na farra do rateio dos impostos criaram municípios que mal se aguentam em pé. Sob responsabilidade difusa os políticos fogem de propostas realizáveis e abusam de fantasias.
Perdemos sensibilidade de causa e efeito.
Pior ainda, na orgia do poder federal “ganhamos” promessas e projetos que não queremos, não podemos pagar, não entendemos e por aí afora.
Em 2014, por essa época, o Brasil devidamente turbinado pela mídia comercial gastava tempo, dinheiro, fazia feriados e leis especiais para perder de 7 a 1. Quem ganhou com isso? O que perdemos além de um jogo que ninguém entendeu?
Tempo, disposição para debater com profundidade a estiagem, as dificuldades argentinas (parceiro comercial importantíssimo), saúde, educação, ... as marolas europeias e muito mais.
Ingenuamente os brasileiros foram submetidos a uma campanha eleitoral onde tivemos de tudo, menos a verdade; o pesadelo criado até por um modelo institucional para a energia elétrica, a especulação oportunista e ausência senso de oportunidade é um bom exemplo de alienação geral. Estamos pagando uma conta que não para de crescer.
Agora os pacotes de maldades precisam do terrorismo de Estado para serem aprovados, pois as contas não fecham.
Ano a ano nesse escalonamento de poderes ouvimos a Frase “o Governo paga”, qual? de que jeito?
Em países mais sérios existe uma compreensão forte sobre o significado do que significa governar. Não é festa, não se faz milagre, o maná acabou e tudo o que criamos no Brasil depende do empreendedorismo e capacidade de trabalhadores nos dois lados dos gabinetes dos chefes. Todos pagam impostos.
Criamos até um Partido dos Trabalhadores como se fôssemos algum país onde só operários trabalhassem. Olhamos em programas de TV corridas de automóvel em países riquíssimos. Não perguntamos o que faz a diferença.
Lamentavelmente “somos humanos, demasiadamente humanos” (1) e assim precisamos de cuidado diante de políticos e eleitores distantes de nossa realidade. Provavelmente a melhor forma de conviver de forma objetiva seja uma mudança radical de nossa organização política (2).
O Governo central talvez possa conduzir uma federação de estados quase independentes. Com certeza já demonstrou inúmeras vezes que o Brasil é grande demais para um comitê gerencial tão distante e, via de regra, altamente influenciável pelo que de pior existe em nossos instintos.
Cascaes
27.4.2015

1. Nietzsche, Friedrich. Humano, demasiado Humano. [Online] http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2012/01/humano-demasiado-humano.html.
2. Cascaes, João Carlos. O irredento. [Online] http://o-irredento.blogspot.com.br/.



terça-feira, 21 de abril de 2015

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Queremos bons resultados



Resultados, a ilusão do discurso e a vida real
As manifestações deste ano no Brasil mostraram além da revolta diante do que será conhecido provavelmente como a maior fraude eleitoral de nossa história, a raiva diante das revelações da Operação Lava Jato com dimensões possíveis muito maiores do que informam (1) e a percepção dos pacotes de maldades deste início de 2015, nesse caso merecendo reflexões sobre o comportamento humano capaz de digerir e até abraçar ideologias, mas dificilmente aceitando a incompetência monumental que se abateu sobre o Brasil.
O esporte profissional, com destaque para o futebol, é um exemplo emblemático do que desejamos dizer. Os torcedores não querem saber dos salários de seus craques, desde que vençam, tenham sucesso que o apaixonado por esse padrão de espetáculo considera também uma vitória sua.
Salários e riqueza não ofendem ninguém que espera de seus artistas shows inebriantes, o essencial é que apresentem bons espetáculos.
Os discursos são necessários na vida política, devem, entretanto, refletir alguma lógica e coerência.
A Natureza tem leis imexíveis, permanentes, é só conhecê-las com detalhes necessários e suficientes e saber usá-las para que imensas barragens, prédios, estradas, cidades sejam feitas com qualidade, confiabilidade e boa aceitação.
Não adianta colocar-se à frente de grandes obras e fazer palestras, pronunciamentos etc. que contrariem a Natureza e suas leis. O bom engenheiro, mais do que ninguém, conhece os riscos e compromissos técnicos do que deve ser feito.
Paralelamente estamos imersos em sociedades que precisam de sonhos e esperanças, o que nossos governantes precisam fazer é viabilizar esse desejo que pode, inclusive, variar muito de pessoa a pessoa. Compete ao bom político conciliar utopias e a realidade assim como a diversidade total da espécie humana, agora sob o desafio da sustentabilidade.
Nisso tudo também sentimos a preocupação com a estética da vida, do ser e estar. O que intriga, contudo, é a supervalorização da pompa e circunstância de pessoas que deveriam ser mais atentas às suas responsabilidades. Nesse viés merece leitura um livro sensacional, divertido, irônico e revelador de muitas fantasias, “O Pêndulo de Foucault” de Umberto Eco. Mais ainda se pudermos ler, ver, conhecer uma coleção extraordinária (na minha opinião) de livros e filmes que relaciono em dois blogs [ (2), (3)], uma resenha recente, sem mostrar autores e obras que fizeram minha base durante décadas em que essa maravilha viabilizada pela WEB, o blog, não existia.
E as manifestações?
Estamos sob o imenso perigo dos brasileiros esquecerem as causas e efeitos de fantasias e maldades e se concentrarem em conflitos típicos de torcidas organizadas. Se alguém é dono da verdade que se apresente, pois seria fantástico descobrir esse gênio miraculoso para podermos encontrar as melhores soluções para nosso país. Acreditamos que ninguém reclamaria do custo de uma boa seleção governando nossas cidades, estados e da União.
O que realmente estamos ganhando repugnância é do zelo de nossas autoridades por honras e privilégios inúteis além de salários diretos e indiretos consideráveis, queremos bons resultados e só.
Cascaes
15.4.2015

1. Amorim, Ricardo. Mas afinal, quanto custa a corrupção? RiCAM. [Online] Revista Isto É, 8 de 2012. http://ricamconsultoria.com.br/news/artigos/custo_corrupcao.
2. Cascaes, João Carlos. Livros e Filmes Especiais. [Online] http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/.
3. —. Procurando Saber, Entender, Aprender Filosofia, História e Sociologia - SEM CENSURA. [Online] http://querendo-entender-filosofia.blogspot.com.br/.


domingo, 12 de abril de 2015

A luta contra a tremanda corrupção que impera no Brasil

Evolução ou revolução - o Brasil em conflito - precisamos de estadistas

Mudanças e lideranças
O povo brasileiro vive um drama de consciência colossal, entronizou pessoas que falharam demais, mentiram e abusaram de recursos lícitos e talvez ilícitos para se elegerem ou reelegerem, um equívoco (?) catastrófico, como descobrimos ao final de 2014 e início deste ano. Os aposentados que o digam...
Prioridades? tudo indica que na maioria dos casos foi simplesmente a conquista do Poder a qualquer preço. Talvez o que sonhavam escape de suas mãos, afinal até a Copa do Mundo que parecia deles escapou por 7 a 1.
Razões para essa tragédia grega coletiva aconteceram por efeito de muitos azares e vícios, alguns realmente surpreendentes, tais como as dificuldades da Argentina graças à atuação de especuladores maldosos norte-americanos e a má administração interna (rotina), outras marolas estrangeiras (império da especulação sem freios), uma estiagem muito rara e fortíssima (um livro que merece leitura (1)), atraso de obras vitais viabilizando uma especulação feroz no Setor Elétrico (modelo institucional mercantilista para um serviço essencial), o crescimento e fortalecimento de corporações sem limites no Brasil (marajás?) e a forma caótica de gerenciamento em todos os níveis das muitas unidades e escalões (no aumentativo, normal e diminutivo) da República assim como agora a demonstração inequívoca da simbiose cancerosa entre grandes empresas e políticos de aluguel. Aconteça o que for via inquéritos e processos não existe mais dúvida entre os brasileiros de que foram lesados dolosamente em prosa e verso.
O modelo político existente e a tremenda burocratização das atividades humanas no Brasil se transformaram em solo fértil para essa praga que a Operação Lava Jato mostra com extrema competência e pavor de muita gente “boa”.
O desafio agora é corrigir dentro das nossas leis, por piores que sejam, vencer os anos que faltam para as próximas eleições e acreditar na evolução cívica de nosso povo. A degradação ética contaminou até lideranças que há alguns anos eram a nossa esperança, confiar em quem? Podemos pensar em “revolução pacífica” (2)? Quem seria capaz de conduzi-la? Vale a pena?
E as manifestações?
São necessárias e graças às redes sociais podemos saber o que muitos brasileiros pensam sem intermediários. Com certeza os donos do Poder estão criando fatos, eventos, notícias dispersivas, para isto existe a mídia comercial que depende visceralmente de patrocínios... Paralelamente sentimos um esforço internacional de inibição das mídias sociais, elas são uma avenida para o conhecimento de detalhes constrangedores aos poderosos.
Precisamos, contudo, dar um tempo para sentir a reação concreta de nossos governantes e acreditar no Poder Judiciário.
O que mais precisa acontecer?
Ninguém é santo ou demônio, o maniqueísmo é uma doença comportamental perigosa e o açodamento poderá simplesmente desmontar o Brasil.  Temos dificuldades, parece, entretanto, que gradativamente o Governo Federal, pelo menos ele, poderá corrigir alguns de seus vícios e superar dificuldades que ainda teremos adiante.
O que realmente será de imenso valor para o Brasil?
Precisamos de um estadista [ (3), (4), (5)], um político que se metamorfoseie em diplomata e gerente eficaz desse imenso espaço de brasileiros mais e mais divididos e revoltados. Isso é possível. Ao longo da história das grandes nações encontramos lideranças que cresceram e venceram situações gravíssimas, apesar de biografias precedentes altamente negativas.
Tudo indica que no Palácio Alvorada a Presidência sentiu o peso das manifestações populares e de inúmeras entidades que se atreveram a mostrar a cara. Nossa esperança é que esse exemplo seja irradiado para o Congresso Nacional e outros poderes explícitos ou não. Em alguns estados e municípios as correções poderão ser mais enérgicas, o fundamental é que o Brasil não descambe para guerras e conflitos (padrão torcida organizada) violentos que todos sabem como começam mas são incapazes de prever o futuro. Afinal o ser humano é o que é (6).
Erramos, agora vamos ter que conviver com uma seleção mal formada até que dentro das regras democráticas e sem perda do que conquistamos com tantas dificuldades: a Liberdade de ser, falar, estar, etc. tenhamos tempos e lideranças melhores.
Regimes de exceção podem ser bons durante um tempo, mas normalmente deseducam e promovem retrocessos perigosíssimos, isso sem falar da reação internacional a qualquer descontinuidade democrática no Brasil.
Felizmente chegamos a um nível intelectual que viabiliza ideais de liberdade, fraternidade e igualdade, não podemos retroceder querendo fazer em meses o que não realizamos desde que o Brasil foi inventado pelos portugueses.
Cascaes
11.4.2015

1. Lhosa, Mario Vargas. A guerra do fim do mundo. Livros e Filmes Especiais. [Online] http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2014/08/a-guerra-do-fim-do-mundo.html.
2. Sharp, Gene. Documentário 'Como Iniciar uma Revolução' | Completo e Legendado. Procurando Saber, Entender, Aprender Filosofia, História e Sociologia - SEM CENSURA. [Online] http://querendo-entender-filosofia.blogspot.com.br/2015/03/documentario-como-iniciar-uma-revolucao.html.
3. CORREIA, PEDRO. a diferença entre um estadista e um político. DN GENTE. [Online] 10 de 2 de 2011. http://www.dn.pt/gente/interior.aspx?content_id=1787704.
4. Soares, Luiz Eduardo. “Um estadista não emerge da chama das ruas, forma-se ao longo da vida”. [Online] http://www.luizeduardosoares.com/?p=1130.
5. Estadista. Wikipédia. [Online] [Citado em: 2015 de 4 de 11.] http://pt.wikipedia.org/wiki/Estadista.
6. Nietzsche, Friedrich. Humano, demasiado Humano. [Online] http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com.br/2012/01/humano-demasiado-humano.html.




segunda-feira, 30 de março de 2015

ABSOLUTISMO Teoria do Contrato Social Thomas Hobbes Nicolau Maquiavel Te...



Publicado em 8 de ago de 2013
Absolutismo, Absolutismo resumo, Absolutismo Europeu, Teoria do Direito Divino dos Reis, Jean Bodin, Jaques Bossuet, Teoria do Contrato Social, Thomas Hobbes, Nicolau Maquiavel, Maquiavel O Príncipe, Hobbes Leviatã, concentração do poder nas mãos dos reis, rei senhor da guerra e da justiça, absolutismo conceito, absolutismo definição, absolutismo características, absolutismo francês, Absolutismo Inglês, absolutismo monárquico, absolutismo e mercantilismo, absolutismo na Inglaterra, absolutismo na França, Absolutismo França Luís XIV Rei Sol, Estado Nacional Moderno Absolutista, Estado Absolutista, absolutismo antigo regime, absolutismo sociedade de antigo regime, formação da burocracia estatal, absolutismo burocracia do Estado, Absolutismo funcionários do rei, absolutismo súditos do rei, absolutismo conclusão, absolutismo guerra dos cem anos, absolutismo grandes navegações, absolutismo Estado de Natureza, Estado de Natureza hobbeseano, absolutismo história, absolutismo Henrique VIII, absolutismo linha do tempo, absolutismo o que é, absolutismo o Estado sou eu, absolutismo principais características, absolutismo principais autores, absolutismo pensadores, absolutismo sociedade estamental, absolutismo teóricos, absolutismo vídeo aula, absolutismo Youtube, vídeo aula de História, História ENEM.

Seja um PATRÃO DE HISTORIAÇÃO. Doe-nos 1 dólar por mês e ajude na continuidade de nosso trabalho.http://www.patreon.com/historiacao

Link para a lista de reprodução http://goo.gl/hyKCft

FORMAÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS TRAILER http://goo.gl/opjl9W

FORMAÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS 1 http://goo.gl/FFLk3L

FORMAÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS 2 http://goo.gl/H77Q3b

ABSOLUTISMO TRAILER http://goo.gl/Vs3HpN

ABSOLUTISMO 1 http://goo.gl/v9AwP6

ABSOLUTISMO 2 http://goo.gl/VrTnbq

MERCANTILISMO TRAILER http://goo.gl/DqoMwW

MERCANTILISMO 1 http://goo.gl/fAFIuy

MERCANTILISMO 2 http://goo.gl/MGMXl3

MERCANTILISMO 3 http://goo.gl/QpL8dq

MERCANTILISMO 4 http://goo.gl/afKUHi

MERCANTILISMO 5 http://goo.gl/3hDjA3

MERCANTILISMO 6 http://goo.gl/9YZYpx

Site: http://www.historiacao.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/Historiacao
Twitter: https://twitter.com/HistoriAcao

Aulas Digitais para professores http://www.historiacao.com.br/page/pr...

Royalty Free Images by
http://www.shutterstock.com/
http://www.presentermedia.com/

Public Domain Images by
http://commons.wikimedia.org/
  • Categoria

  • Licença

    • Licença padrão do YouTube



O que fazer diante do oportunismo de lideranças sem credibilidade? Qual é a situação de nossa pátria?

Açodamento perigosíssimo – reformas políticas
Estamos sob um quadro institucional criado num governo que usou e abusou de decisões mal pensadas. A Constituição de 1988 foi produzida por um Congresso transformado em Assembleia Constituinte, surpreendendo nosso povo mais atento ao que isso representava.
A melhor avaliação de qualquer decisão é analisar os seus resultados, ainda que tardiamente, pois, como dizem nessas ocasiões: “Inês é morta”.
Sentimos os efeitos da “Constituição Cidadã” e principalmente agora que a marola cresceu virando um tsunami somado a um furacão, que talvez mereça o nome Dilma, dizem que o Brasil deverá enfrentar longo período de ajustes econômicos e sofrimentos decorrentes da retomada do desenvolvimento. Além desses serão necessários muitos anos para recuperar reservatórios de água e um tempo talvez até longo demais para a valorização de boas técnicas e estruturas em tudo o que temos. Raro é o setor livre de suspeitas ou simplesmente caótico.
Nossa impressão é a de que exceto militantes fanáticos ou pessoas extremamente alienadas (até por falta de instrução) dificilmente encontraremos alguém que realmente acredite no comando político e administrativo do Brasil e em muitos estados e municípios o descrédito é grande (ou pior) em relação a seus governantes.
Não seria o caso de aproveitar tanta “desgraceira” para a eleição de uma Assembleia Constituinte?
Se, infelizmente sempre no reino das hipóteses, elegermos pessoas lúcidas e competentes teremos a oportunidade (mais uma vez) de refazer com sucesso nosso modelo institucional.
Assustador mesmo é ver e ouvir diariamente os pronunciamentos de lideranças políticas que deveriam ser mais responsáveis e sensatas. Delas parece emergir uma coleção de improvisações perigosíssimas; que Brasil teremos após essa tempestade legiferante tenebrosa?
Seria o momento de reflexões sérias em torno dos inquéritos em andamento e ações corretivas. Como conduzirão esse processo indivíduos (é bom ressaltar esse aspecto: indivíduos, seres humanos com vontade e necessidades próprias) suspeitos e já apontados pela Operação Lava Jato, para só falar de uma das muitas em andamento?
Com certeza a vontade popular é soberana, não podemos esquecer, contudo, nosso atraso político e cultural.
Filósofos, historiadores, sociólogos, psicólogos, psiquiatras, luminares do Direito etc. sabem os riscos que corremos nessas circunstâncias, qual será o pior? Não fazer nada e acreditar em políticos que construíram uma imagem precária em torno de nossa democracia mambembe?
O Brasil não é exceção, assim podemos até comparar nossa situação com a de outros países que estão em processo até revolucionário (alguns sendo demolidos). O que não podemos esquecer é que guerras e revoluções são o ápice de desgovernos arrogantes e distantes do povo.
Onde estamos nesse processo de agressão ao povo brasileiro?
Cascaes
30.3.2015


quarta-feira, 25 de março de 2015

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: PMDB 7 x 1 Dilma - BERNARDO MELLO FRANCO

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: PMDB 7 x 1 Dilma - BERNARDO MELLO FRANCO: FOLHA DE SP - 25/03 BRASÍLIA - O jogo político em Brasília tem lembrado a semifinal da Copa: a cada vez que os alemães Renan Calheiros e Edu...

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: Bondade com o dinheiro alheio - ELIANE CANTANHÊDE

PERCA TEMPO - O BLOG DO MURILO: Bondade com o dinheiro alheio - ELIANE CANTANHÊDE: O Estado de S. Paulo - 25/03 Depois de furado o esquema gigantesco da Petrobrás, era apenas questão de tempo para começarem a estourar os tu...

Chico Alencar: Tal crise, quais reformas? - Le Monde Diplomatique Brasil

Chico Alencar: Tal crise, quais reformas? - Le Monde Diplomatique Brasil

segunda-feira, 16 de março de 2015