quinta-feira, 22 de novembro de 2012

BISPO CATÓLICO CONSTRANGE SENADO FEDERAL



De: Ricardo Mesquita [mailto:arqmesquita@gmail.com]
Enviada em: quinta-feira, 22 de novembro de 2012 13:17
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: BISPO CATÓLICO CONSTRANGE SENADO FEDERAL

Este exemplo tem que ser adotado em todo Brasil,
principalmente na Câmara de Vereadores de Curitiba que gasta 80% do seu tempo em homenagens inúteis !!!
encaminhe ao seu vereador

"Deus seja louvado"
BISPO CATÓLICO CONSTRANGE SENADO FEDERAL Bispo recusa comenda e impõe constrangimento ao Senado Federal Num plenário esvaziado, apenas com alguns parlamentares, parentes e amigos do homenageado, o bispo cearense de Limoeiro do Norte, Dom Manuel Edmilson Cruz, impôs um espetacular constrangimento ao Senado Federal, ontem. Dom Manuel chegou a receber a placa de referência da Comenda dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara das mãos do senador Inácio Arruda (PCdoB/CE). Mas, ao discursar, ele recusou a homenagem  em protesto ao reajuste de 61,8% concedido pelos próprios deputados e senadores aos seus salários. “A comenda hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi Dom Hélder Câmara. Desfigura-a, porém. De seguro, sem ressentimentos e agindo por amor e com respeito a todos os senhores e senhoras, pelos quais oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la”.O público aplaudiu a decisão. O bispo destacou que a realidade da população mais carente, obrigada a enfrentar filas nos hospitais da rede pública, contrasta com a confortável situação salarial dos parlamentares. E acrescentou que o aumento “é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão contribuinte. Fere a dignidade do povo brasileiro que com o suor de seu rosto santifica o trabalho diário.


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.*. NÓS ACREDITAMOS EM DEUS.*.
“Quão bom  e quão suave é que os irmãos  vivam em união!”
“Sonhe como se fosse  viver para sempre
E Viva como se fosse morrer amanhã,
e lembre-se que há momentos em que a maior sabedoria é parecer não saber nada".
 
norma.negrette@globo.com





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Arq. Ricardo Tempel Mesquita
arqmesquita@gmail.com
(41) 3277-5299  9194-2294

terça-feira, 20 de novembro de 2012

ação de lobbies que dificultam aprovação da lei anticorrupção




Caso não esteja visualizando este e-mail, por favor acesse aqui <http://sender5Click.mailsender.com.br/Visualizar?d44193006b2f5572be3757dbd1c1397d>
20 de novembro de 2012            
Líder condena ação de lobbies que dificultam aprovação da lei anticorrupção “Pasmem, senhores senadores. O Congresso Nacional não consegue aprovar uma lei anticorrupção, para cumprir compromisso assumido pelo Brasil no momento em que assinou a Convenção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) contra o suborno, por conta de lobbies de empresas de engenharia e de construção civil contrários ao texto do governo”. A afirmação foi feita nesta terça-feira (20/11) pelo Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, no Plenário, ao revelar sua perplexidade com a demora da comissão especial da Câmara dos Deputados em aprovar o projeto da lei anticorrupção formulado pelo Poder Executivo, por conta de diversos expedientes procrastinatórios. Leia mais <http://sender5Click.mailsender.com.br/Redir?6344bc4c82d16f344fa9a7710f8c7023&d44193006b2f5572be3757dbd1c1397d>
Aécio critica viés eleitoral das medidas do setor elétrico e cobra participação do Congresso no debate Queda abrupta das ações da Eletrobrás, assim como das receitas futuras da estatal. Açodamento do governo em anunciar, em rede nacional de rádio e TV, as medidas para o setor elétrico. Tentativa do Poder Executivo de alijar o Congresso Nacional da discussão sobre a renovação das concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, não permitindo aos parlamentares sugerir aprimoramentos à futura lei que regulará o setor. Fixação de uma data para as empresas aderirem às alternativas de prorrogação das concessões oferecidas pelo governo sem que esteja finalizada no Congresso a discussão da medida provisória que trata do tema. Essas foram algumas das críticas feitas pelo senador Aécio Neves (PSDB/MG) durante o debate com o ministro interino de Minas Energia, Marcio Zimmermann, em audiência pública conjunta realizada pelas Comissões de Infraestrutura (CI) e Assuntos Econômicos (CAE), nesta terça-feira (20/11). Leia mais e veja o vídeo <http://sender5Click.mailsender. com.br/Redir?2eefe233f335930490c5e247a7cc96d3&d44193006b2f5572be3757dbd1c1397d>

Mário Couto denuncia tentativa de extorsão e pede providências Da tribuna, na sessão desta terça-feira (20/11), o senador Mário Couto (PSDB/PA) apresentou aos parlamentares um CD que comprova a gravação de uma proposta de extorsão feita a ele por um “pseudo advogado” em sua residência no Pará. Segundo Mário Couto, o advogado propôs o pagamento da propina no valor de R$ 400.000,00, sendo como provável beneficiário o juiz de direito da 1ª Vara de Fazenda Pública da capital, Dr. Elder Lisboa Ferreira da Costa, como contrapartida de benefícios processuais em ação na qual o tucano é citado. Leia mais <http://sender5Click.mailsender.com.br/Redir?62c3c1617760516d6d36b2e087f1a628&d44193006b2f5572be3757dbd1c1397d>

Cássio agradece Comissão de Educação por dar o nome de Edifício Ronaldo Cunha Lima à sede do Interlegis O senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB) agradeceu emocionado a aprovação, pela Comissão de Educação, nesta terça-feira (20/11), de um projeto de resolução que denomina “Edifício Senador Ronaldo Cunha Lima” o espaço físico do Senado Federal onde funciona o Programa Interlegis. O autor da proposição, o senador e presidente do DEM, José Agripino, lembrou que o ex-senador Ronaldo Cunha Lima, pai de Cássio e que faleceu em 07 de julho deste ano, participava da Mesa Diretora do Senado na função de primeiro-secretário, e nessa condição, ofereceu importante e decisiva contribuição para a consolidação do processo de implantação do Interlegis. Leia mais <http://sender5Click.mailsender.com.br/Redir?54036f386d3deb5d7181d90893792561&d44193006b2f5572be3757dbd1c1397d>

Lúcia Vânia endossa luta dos municípios
Leia a íntegra do artigo da senadora Lúcia Vânia (PSDB/GO), publicado no jornal Tribuna do Planalto, sobre a luta dos municípios para fechar o caixa de 2012. Leia mais <http://sender5Click.mailsender.com.br/Redir?0a5855fd85a933ea13f3e0bdcb569202&d44193006b2f5572be3757dbd1c1397d>

Outras notícias, fotos da bancada, entrevistas em áudio e vídeo no site da Liderança do PSDB <http://sender5Click.mailsender.com.br/Redir?a014726a0d68fda410e9f908ff0f5af5&d44193006b2f5572be3757dbd1c1397d>

domingo, 18 de novembro de 2012

O herói “cool” e a República



O dia 15 de Novembro é feriado, data comemorativa da Proclamação da República no Brasil, um marco divisório de estratégias políticas, mas também o início de uma série de hostilidades, revoluções, golpes, quarteladas, movimentos sociais violentos que ainda não terminaram. O Brasil imperial gerou um país hiperconcentrado nos poderes nas mãos reais e da Corte instalada na Cidade do Rio de Janeiro.
Agora, tempos republicanos, é em Brasília de onde dependemos para ações e projetos que até os bairros de nossas cidades deveriam poder criar e manter. Assim a tradição burocrática e centralizadora gera um tremendo custo monetário, cartorial e fiscal, valorizando lobbies, corporações, bancadas organizadas e políticos “espertos”.
A despeito da tremenda evolução da Tecnologia que nos daria condições de governo sem intermediários, eles aparecem até para doar cadeiras de rodas e conseguir vagas em escolas especiais, intermediando o que deveria ser subordinado a especialistas.
O cidadão descobre decisões que lhe afetam tremendamente, resolvidas a milhares de quilômetros. Com certeza os patrocinadores de “seus representantes” em Brasília o “defenderam”. O problema é que essa é uma intermediação perigosa e capaz de ser desvirtuada de diversas maneiras, talvez a mais simplória seja a que levou o time do mensalão a ser condenado pelo STF.
Na edição de hoje (14 de novembro de 2012) do Jornal Gazeta do Povo uma “tirinha” diga muito do que nossas ONGs e lideranças brasileiras querem, pois seus ancestrais pagaram caro querendo agir ao contrário.
A sequência de charges de Marchesini conclui dizendo “Gostaria de ser um herói. Mas um herói cool...”.
Precisamos de heróis, de líderes que nos defendam. Com certeza não poderão ser frios, anêmicos, nem optarem por questões perfumadas. Temos problemas gravíssimos que só serão solucionados se nossos representantes em qualquer nível de poder forem quentes, fortes, corajosos e competentes.
Talvez nunca (parodiando alguém) antes disseram tanto em tão poucas palavras quanto o Marchesini, não é esse o desejo de um povo domesticado? ONGs estrangeiras descobriram essa vocação e assim vemos pessoas ilustres gastando seus intelectos e esqueletos em defesa de serviços, projetos e comportamentos secundários.
Tudo isso mostra talvez a visão positivista de nossos proclamadores da República que colocaram em nossa bandeira, após inúmeras reuniões, com certeza, além de ofícios, discursos etc. as palavras “ordem e progresso”.
Que maravilha para as elites que mandavam no Brasil, com uma contradição, pois a visão do isso significava era tremendamente diversa de norte a sul, leste a oeste do Brasil. Assim continuamos, nossos ancestrais, a sofrer violências inauditas e mantivemos um país que poderia ser uma potência num patamar vergonhoso de mediocridade.
Estamos custando a sair de zero para 10. Os projetos anunciados são medíocres e refletem a atuação de corporações e bancadas comprometidas. A “nossa” democracia é deles. A República uma piada.

Cascaes
14.11.2012




Que Brasil é esse? Vamos reagir?



O recrudescimento da violência mostra os resultados da fragilidade e da agressividade do ser humano (Nietzsche). Ainda vivemos com cabeça de selvagens no meio de florestas verdes, adaptamo-nos nessa condição às florestas de concreto e aço. A violência agora ganha o estímulo de drogas, filmes, programas de TV, intolerância e muito mais.
O radicalismo fundamentalista (vale o pleonasmo) cresce e por muito pouco não reconquistou a Presidência dos Estados Unidos. No Oriente Médio, sempre na vitrine do Mundo, os foguetes estão marcando um péssimo relacionamento que poderia ser diferente, mas quem defendia a paz perdeu espaço ou foi assassinado. O dinheiro petroleiro dos irmãos de fé não contribuiu para a construção de um estado independente e saudável (Palestina) enquanto em Israel os radicais ganham espaço, que se fortalece com as explosões e demonstrações de ódio em suas fronteiras.
Os exemplos são inúmeros.
No Brasil onde transformamos penitenciárias em museus e repartições públicas foi necessária a intervenção do CNJ (dispensa apresentação depois de sua ex-presidente) e de alguns parlamentares para que descobríssemos o estado calamitoso do Paraná, por exemplo [ (Audiência Pública sobre a Violência contra as Mulheres no Paraná) e postagens em sequência]. O pesadelo continua (Muito detento para pouco presídio, 2012) e o desespero pode criar problemas violentos nessas universidades do crime em que se transformaram as cadeias e penitenciárias.
Os escândalos federais demonstram como o dinheiro do contribuinte foi usado e o crime organizado no Brasil cresce.
País sem condições de defender suas fronteiras, sistema educacional equivocado, policiamento grotesco na maioria dos casos, precariedade das leis, lassidão no Poder Judiciário e rotinas a favor dos criminosos mais poderosos criaram o paraíso para bandidos de toda espécie. É até virtude dizer que de alguma forma contestamos com violência alguma coisa...
O desperdício de dinheiro com a agiotagem superou qualquer crime formal e assim estamos sem condições até de usar as estradas brasileiras, saturadas quando a opção viajar desconfortavelmente em empresas de avião não existe. Navegação entre portos brasileiros é coisa do passado, que pena. Trens de passageiros? Para quê se devemos usar os trilhos para carregar produtos de baixo valor agregado, inclusive alimentos para os estrangeiros engordarem seus animais?
Felizmente temos agora uma Presidente realmente preocupada com o sucesso real de sua administração e não simplesmente “fazer política”. Rezamos, oramos, imploramos para que Sua Excia. Dilma Rousseff não mude, pressionada que deve estar pelos líderes mais irresponsáveis comandando suas facções, isto é partidos.
Nunca antes o Brasil precisou tanto da competência da Presidente, governadores, prefeitos, parlamentares, líderes religiosos, comunitários, cidadãos etc. Se existe um pacto social é hora de pensarmos nele a favor do futuro do povo brasileiro. É demais sentir que somos governados a partir (teoricamente) de criminosos dentro de penitenciárias superlotadas ou simplesmente em cadeias onde delegados e carcereiros improvisados cuidam. No Paraná mais de dezesseis mil condenados e presos aguardando julgamento (gente pobre, rico está por aí) apodrecem em cárceres improvisados.
Em São Paulo e em Santa Catarina estamos vendo como o crime organizado quando quer se transforma em movimento guerrilheiro. Pessoas viciadas são recrutadas e bandidos profissionais ou sociopatas (qual é o tipo de psicopatia? (Psicopata)) matam e destroem sem dó nem piedade.
Temos um nó górdio que se formou durante anos de enrolação. Os discursos e as prioridades, talvez fictícias, desviaram recursos preciosos. A realidade está deixando o Brasil assustado.
Colhe-se o que é plantado, não devia ser surpresa saber o que acontece. Afinal já tivemos episódios violentíssimos em nossa história a partir de brasileiros revoltados com decisões da Corte monárquica e a republicana.
Vamos (acadêmicos, classe média, OAB, clubes de serviços, Maçonaria, religiosos, mestres etc.) continuar apáticos e escondidos, teóricos de bar, amedrontados e ranhetas?
Precisamos de ações eficazes.

Cascaes
17.11.2012

ANTONELLI, D. (26 de 6 de 2012). Muito detento para pouco presídio. Fonte: Gazeta do Povo: http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1268942&tit=Muito-detento-para-pouco-presidio
Cascaes, J. C. (s.d.). Audiência Pública sobre a Violência contra as Mulheres no Paraná. Fonte: Ações ODM em Curitiba e RMC: http://odmcuritiba.blogspot.com.br/2012/06/audiencia-publica-sobre-violencia.html
Nietzsche, F. (s.d.). Humano, Demasiado Humano (2 ed.). (A. C. Braga, Trad.) escala.
Psicopata. (s.d.). Fonte: Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicopata


Engana que eu gosto


Engana que eu gosto
Na modelagem dos serviços essenciais a partir da Constituição de 1988 foram criadas agências reguladoras que deveriam zelar pelo cumprimento dos contratos de concessão. Uma sucessão de fatos demonstrou que isso não aconteceu, talvez por vontade dos próprios mandatários da nação, que contingenciavam sem dó nem piedade as verbas dessas entidades, extremamente importantes diante das leis criadas.
As dificuldades talvez tenham desviado a atenção de assuntos ridículos, como, por exemplo, permitir que postos de combustíveis anunciem preços com três dígitos após a vírgula quando suas bombas mal devem medir litros com precisão de um dígito. Talvez o pessoal que trata disso fosse obrigado a fazer cursos de propagação de erros, precisão, qualidade da medição, tecnologia de medição etc. como engenharia não está na moda, essa questões técnicas são desprezadas.
O ilusionismo financeiro chegou a ponto de termos uma lei que praticamente obriga o vendedor a não diferenciar a venda com cartão de crédito e à dinheiro (Melo), vide “5.Previsão de vedação da prática nos contratos entre comerciantes e administradoras de cartão de crédito: impossibilidade.”, página 8. Quem perde é o consumidor. Vale perguntar, quem está ganhando com essa idiotice?
O problema é infinitamente mais grave quando observamos normas técnicas, se pudermos comprá-las, e analisarmos o que é vendido. A qualidade é imprevisível e a mídia foca acima de tudo questões que fariam sentido se junto com tudo o que se espera na segurança das pessoas e no famoso CO2 os produtos realmente fizessem jus a méritos de modernidade e qualidade honestas.
Nas campanhas eleitorais o discurso é hilário, para não dizer tragicômico. Parlamentares declaram fazer coisas que não têm autoridade e candidatos ao poder executivo simplesmente desprezam orçamentos, nunca declarando quem pagará a conta. Pior ainda, com o objetivo de ganhar o apoio de segmentos organizados e midiáticos desprezam a análise de prioridades, o resultado é óbvio, ao final da gestão desses senhores e senhoras continuamos em níveis atrasados de civilidade.
Passamos por uma “bolha imobiliária”. Compre, é fácil pagar. E o IPTU? As taxas de manutenção? Os custos de cartório (afinal adoramos papel)? Os juros são realmente aceitáveis? A qualidade é garantida? A infraestrutura local suporta o monstro de concreto?
Para qualquer lado que olhemos sentimos uma falta absurda de sensibilidade do que deva ser feito. Em muitos ambientes até vemos pessoas falando algo, e ações? A sociedade de bajulação a um ser superior mostra seus piores efeitos levando nosso povo a um grau de fatalismo incrível.
Temos Conselhos, ONGs, associações etc. Servem para quê? Deveríamos organizar uma ONG de defesa do Brasil, algo inteligente, completo e não apenas de caráter policialesco. Projetos mal feitos, inoportunos e mal administrados podem terminar como a ferrovia que há décadas tentaram fazer entre Curitiba e o litoral. Erraram feio e assim o que hoje custaria muito dinheiro e resolveria um problema gravíssimo de transporte foi abandonado (faixas de servidão, pontes, usina de energia elétrica, posteamento e cabos para eletrificação etc.). Ouvimos dizer que erraram feio. Quando as frentes de trabalho se encontraram disseram que o erro de nível era de 7 metros, será verdade?
Um amigo afirma: “Cascaes - Na década de 70 a obra começou foi desenvolvida parcialmente nos 20 km iniciais a partir de Curitiba até a cabeceira da serra do mar com algumas obras de arte e terraplanagem. Na outra ponta um trecho entre Paranaguá e Morretes foi executada (me parece uns 10 km ) e incorporada a ferrovia sendo incorporada ao tráfego. A obra parou ainda nessa década por falta de recursos do Governo Federal. Aí tem pressão de lobby rodoviário até hoje. Abraços.”
O Governo Federal anuncia uma nova ferrovia, porque não faz logo a terceira pista do Aeroporto Afonso Pena? Isso daria um potencial fabuloso para Curitiba e região, evitando o passeio de cargas em direção a São Paulo. Mais ainda, reduziria o custo Brasil de produtos com mais valor agregado do que simplesmente soja e assemelhados. Note-se que o ante-projeto existe e uma área enorme de São José dos Pinhais fica travada com a protelação desse projeto. Sai ou não sai?
O assunto só se esgotaria em centenas de folhas, vamos parar por aqui para que reflitam um pouco sobre o tipo de administração exercitada no Brasil, onde a boa Engenharia e a Economia sadia, acima de tudo, são desprezadas a favor da demagogia e outras coisas.

Cascaes
12.11.2012

Melo, R. D. (s.d.). DIFERENCIAÇÃO DE PREÇOS NA VENDA À VISTA E NA PRATICADA POR MEIO DE CARTÃO . Acesso em 12 de 11 de 2012, disponível em Dolabella Advocacia e Consultoria: http://www.dolabella.com.br/downloads/Diferencia%C3%A7%C3%A3o%20Pre%C3%A7os%20Dinheiro%20e%20Cart%C3%A3o.pdf



Professor da Unicamp Plínio de Arruda Sampaio Jr., após a “volta dos militares aos quartéis e a institucionalização da ditadura do grande capital...



De: Geraldo Serathiuk [mailto:gserathiuk@yahoo.com.br]
Enviada em: domingo, 18 de novembro de 2012 12:05
Para: JOAO CARLOS CASCAES; nei.camargo@gmail.com; Bohdan Metchko; ma3003@hotmail.com
Assunto: CELSO FURTADO E O DESENVOLVIMENTO






sábado, 17 de novembro de 2012

Uma afirmação profética

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Isso é verdade???$$$

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Juros absurdos e nosso povo humilhado



O povo brasileiro foi iludido e massacrado durante décadas. Talvez o Plano Collor tenha demonstrado nossa incapacidade de reação, serviu de avaliação de combatividade e facilitou outras ações inconcebíveis em nações mais esclarecidas.
Entre os setores mais agressivos aconteceu a estratégia de manter juros elevadíssimos, até em empréstimos consignados, sabendo-se que não costumamos fazer contas precisas de custos e benefícios.
Pouco brasileiros deixaram de cair nas armadilhas criadas para pegar mutuários, avalistas, compradores, turistas etc. na arapuca criada com os juros estratosféricos criados e mantidos durante tanto tempo no Brasil. Nosso Brasil foi castrado por manipuladores de opinião pública e simplesmente aceitou, quando não tinha como reagir, dívidas impagáveis. Fomos colocados na vala comum dos bandidos se, simplesmente, perdemos durante algum tempo o controle de nossas contas.
Instituições de apoio a emprestadores tinham (e parece que ainda possuem) mais poderes que o próprio Poder Judiciário.
A montanha de dinheiro desviada para os cofres nacionais e estrangeiros dos especuladores e agiotas formais teria resolvido nossos problemas mais graves se esse assunto não estivesse sob o controle de uma ortodoxia inacreditável e arrogante. Cansamos de ver e ouvir autoridades federais elogiando a política econômica, deixando de explicar que a inflação tem diversos motivos. Desde a criação de taxas de importação nem sempre razoáveis, uma maneira especial de fechar fronteiras, ao não investimento em infraestrutura. Sucateamos a Educação Técnica, desacreditamos produtos nacionais com fiscalizações simbólicas etc. e permitimos que todo tipo de cartel e monopólio mandasse e desmandasse em seus preços (isso ainda existe?).
Há muito tempo o que se fez no Governo Dilma Rousseff deveria ter acontecido, assim não estaríamos agora falando o que escrevemos.
Os juros, graças ao atual governo, devem cair assim como tarifas e taxas, assim esperamos, atuando com vigor na legislação existente, ainda que simplória e primária. Leis mal feitas precisam de regulamentação inteligente e a distribuição de poderes analisada com cuidado. É querer demais exigir que a Presidência da República seja responsável por assuntos que variam tremendamente de região a região, sendo que muitos não lhe competem.
De qualquer forma o pior foi a situação criada pela longa noite dos juros absurdos. Em ambientes fechados descobrimos atitudes criminosas de alguns bancos, só não podendo receber esse qualificativo diante dos furos e tolerância dos legisladores. Um banco, pelo menos, parece ter contratado 42 advogados para descobrir falhas na legislação existente e aumentar seus lucros, o boato é este.
Se o Governo descobriu uma forma de acalentar seus eleitores, no Congresso Nacional provavelmente existia a esperança de aguardar por mudanças políticas para “descobrir” o que poderia ser feito.
A verdade é que nessas décadas “non sense” os brasileiros foram humilhados e perderam recursos que seriam extremamente importantes para suas vidas privadas e comunitárias, assim como ganhamos um atraso tremendo em obras de infraestrutura, pois os custos financeiros pesavam muito.
O famoso “custo Brasil” tem várias causas. Vai da Legislação prolixa e “moderna”, viabilizando uma burocracia colossal, à instabilidade regulatória. Ou seja, um país que poderia estar em nível muito superior patinou em carimbos, protocolos, agências reguladoras etc.
Precisamos de boas administrações técnicas. O discurso ideológico se esvaziou e se mostrou inútil. Os poderosos dominam a arte de cooptar até gente com um passado diferente, nacionalista. Os empreendedores mais humildes sofrem os rigores plenos de qualquer tipo de exigência.
É bom estudar com atenção as decisões de países desenvolvidos para enfrentar a crise econômica mundial. Notaremos que o figurino brasileiro só acontece onde realmente o desespero é total, podemos ter certeza, contudo, que a agiotagem será controlada nos mínimos detalhes.

Cascaes
12.11.2012

domingo, 11 de novembro de 2012

A corrupção é tema mundial


A corrupção virou tema político mundial
A crise econômica em que vivemos  serviu para mostrar costumes inconvenientes que dominam diversos países afetados pela desonestidade de suas “elites”.
No Brasil o Mensalão mostrou um pouco, muito pouco do que existe em nosso país. Lá fora o tema é motivo de manchetes e correções de governo  [ (China's Bo Xilai under criminal investigation, state news reports, 2012), (Corrupção custa 60 bilhões de euros por ano para Itália, 2012), (Corrupção contribuiu para crise em zona do euro, diz Transparência Internacional, 2012), (Trabalho Interno)].
A confusão da década de oitenta, criada pelos embates ideológicos, quando se dizia que “os fins justificavam os meios”, educou mal uma geração de líderes. Tudo isso sem esquecer os tempos de imperialismo e racismo, quando as guerras e anexações além dos fuzilamentos, fornos crematório e campos de concentração mostraram o lado pior da personalidade humana.
Atualmente o comportamento do Partido Republicano nos EUA é mais do que radical, é assustador. Felizmente não assumiu a Casa Branca (Krugman).
No Brasil ensaiam o endeusamento de criminosos que provocaram situações caóticas em nosso país. De todos os possíveis crimes ainda não investigados apropriadamente está o prolongamento da longa noite da agiotagem, período em que banqueiros e especuladores desviaram fortunas que não foram usadas para fazer o que nosso povo precisava.
Descobriram um terceiro componente para entorpecer os brasileiros, o fanatismo religioso. Acreditando em milagres, rezas e doações esperavam ganhar compensações divinas. Juntando isso ao eterno “pão e circo” a estratégia política funcionou perfeitamente a favor de quem dispunha de poder. Evidentemente o radicalismo político contribuiu muito assim como a concentração de ações corporativas, onde o que importava era aumentar os benefícios dos “companheiros” e ganhar um pouco do bolo criado.
Temos desafios colossais, facilmente perceptíveis quando visitamos com frequência comunidades fragilizadas pela desatenção governamental. Ficamos imaginando quanto poderia ser feito com as verbas  “a fundo perdido” dedicadas aos circos...
Felizmente parece que algo está mudando.
Talvez não exatamente da forma que apreciaríamos ver, mas só quem está no comando sabe e sente as pressões dos poderosos. Ou damos um voto de confiança ao Governo ou procuramos argumentos para combatê-lo, pois com certeza algo fará de estranho. No comando de um país como o Brasil a habilidade de negociar e a capacidade de decidir são coisas que não se revelam simploriamente, executa-se e espera-se pelos resultados.
Transparência? Sim, lógico, pois em detalhes poderemos ver indicadores que poderão mostrar a “esperteza” dos eternos manipuladores de influências.
Estamos ainda em meio à marola, precisamos de máxima atenção ao que se faz para não morrer afogados.  Notam-se mudanças, a que levarão?
Cascaes
9.11.2012
Corrupção contribuiu para crise em zona do euro, diz Transparência Internacional. (6 de 6 de 2012). Fonte: Economia: http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2012-06-06/corrupcao-contribuiu-para-crise-em-zona-do-euro-diz-transparencia-internacional.html
Corrupção custa 60 bilhões de euros por ano para Itália. (9 de 11 de 2012). Fonte: O Globo: http://oglobo.globo.com/mundo/corrupcao-custa-60-bilhoes-de-euros-por-ano-para-italia-6413814
Cascaes, J. C. (s.d.). Trabalho Interno. Fonte: Livros e Filmes Especiais: http://livros-e-filmes-especiais.blogspot.com/2012/01/trabalho-interno.html
Jiang, S. (27 de 10 de 2012). China's Bo Xilai under criminal investigation, state news reports. Fonte: CNN: http://edition.cnn.com/2012/10/26/world/asia/china-politics-bo/index.html
Krugman, P. (s.d.). Colunas - Paul Krugman. Fonte: O POVO online: http://www.opovo.com.br/colunas/paulkrugman/




sábado, 27 de outubro de 2012

Questões ausentes nos debates



Na vi os debates entre os candidatos a prefeito de Curitiba, exceto o último, mas o sono me venceu, assim falo do que conheci, ainda que parcialmente.
Tratados de boas intenções são naturais, afinal ninguém quer perder a corrida para o posto mais alto de uma grande cidade. Qualquer deslize pode levar à derrota depois de meses de campanha sofrida e cara. O ruim é que uma campanha eleitoral para cargos majoritários exige muito dinheiro e compromissos. Raro é o eleito capaz de esquecê-los e, vencendo, dedicar-se ao povo para o qual deve lealdade pelo voto.
Um tema recorrente nesta campanha foi o transporte coletivo urbano. Estranhamente falaram em modais e outros nomes esotéricos (Cascaes, O transporte coletivo urbano – um desafio de todos os cidadãos). De metrô a bicicleta valeu tudo menos dizer como o curitibano pagará a conta. Por efeito dos contratos de concessão temos excelentes ônibus, até com combustíveis sofisticados, mas sem clareza à forma de subsídio, o que o candidato e Dr. Gustavo Fruet lembrou muito apropriadamente nesta sexta feira.
Perdemos oportunidades geniais de construir a frota pública e do gerenciamento operacional pela Urbs. O que aconteceu no malfadado edital de outorga de concessão para exploração dos transportes coletivos urbanos de Curitiba foi exatamente isso: exploração. Assim, não adianta reclamar de ônibus superlotados, raros e correndo pela cidade... devem dar lucro.
O mais estranho nisso tudo foi o silêncio de quem tinha autoridade, conhecimento e força política para contestar o que ocorria. Alguns, muito poucos, lutaram sem sucesso e racionalidade daquele edital publicado ao final do ano e aberto ao final das férias seguintes (Cascaes).
De qualquer jeito respeitaram os formalismos legais criados por leis incompletas e mal feitas.
Com certeza o modelo político brasileiro favorece o capital em detrimento do povo. Mudará quando, de que jeito?
Agora só nos resta a esperança da surpresa.
Vamos rezar, orar, fazer despachos, figa etc. para que o eleito se desligue de seus patrocinadores e seja acima de tudo honesto, sério, competente e dedicado à capital paranaense.
Os problemas são enormes e não será fácil solucioná-los, mais ainda com a interferência de uma entidade particular e estrangeira, uma tal de FIFA e seus prepostos.
O que precisamos, individualmente e coletivamente, é exercer com intensidade a vigilância e o ativismo social. Está na hora de assumirmos nossa cidadania.
Curitiba e seu povo precisam de todos nós, do Prefeito ao cidadão mais humilde aqui residente. Afinal somos uma democracia, não? Para isso esperamos ter transparência total e humildade para ouvir, ler e procurar entender argumentos contraditórios. Felizmente um dos candidatos é advogado com longa experiência política. Conhece as máquinas e pode, com discernimento, avaliar de forma adequada o que fizer. Mais ainda, seu pai, de saudosa memória, foi prefeito de Curitiba e um grande democrata, sabendo entender e governar com máxima tolerância.
Ótimo, dizem que os frutos nunca caem longe da árvore em foram gerados, assim podemos ter uma grande esperança com a vitória de Gustavo Fruet.
Cascaes
27.10.2012

Cascaes, J. C. (s.d.). O transporte coletivo urbano – um desafio de todos os cidadãos. Fonte: O Transporte Coletivo Urbano - Visões e Tecnologia: http://otransportecoletivourbano.blogspot.com.br/2012/06/o-transporte-coletivo-urbano-um-desafio.html
Cascaes, J. C. (s.d.). Resposta da Urbs. Fonte: O Transporte Coletivo Urbano - Visões e Tecnologia: http://otransportecoletivourbano.blogspot.com.br/2011/02/resposta-da-urbs.html



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Mensalão - Crime e castigo


Crime e castigo
Com certeza não é divertido ver pessoas condenadas à prisão, mais ainda sabendo como são as penitenciárias brasileiras. Condenações mancham famílias e destroem crianças, pesam na biografia de qualquer um.
Infelizmente não existe outra maneira de disciplinamento eficaz, mais ainda quando a tolerância pode ampliar a criminalidade.
No cenário político brasileiro tinha-se a impressão de que um clima de vale tudo era endossado pelas grandes lideranças nacionais. É difícil aceitar certos caciques famosos e mal falados mandando mais do que qualquer outro cidadão honesto. No Congresso Nacional encontramos pessoas no mínimo suspeitas com poderes para fazer leis e ditar caminhos para o Governo Federal.
O ambiente criado em torno do exercício da política no Brasil é motivo de críticas, piadas, charges, comédias etc. que nos envergonham.
A culpa é do eleitor, será? Quais são as opções que nosso processo eleitoral viabiliza? Que democracia é esta? Os partidos têm recursos do contribuinte, as emissoras descontam do Imposto de Renda o tempo usado no horário eleitoral, candidatos à reeleição comandam assessores pagos pelo povo, a mídia é acima de tudo eletrônica, precisam de dinheiro adicional? Será que os corruptores já se acostumaram e ganham muito patrocinando políticos?
O Mensalão está sendo minuciosamente estripado. O STF, fazendo o papel de Instituto Médico Legal, analisa publicamente o que as investigações surpreendentes nesse mundo de impunidades geraram a denúncia apresentada.
Teremos muitas pessoas punidas.
Vale a pena?
Quando aos poucos descobrimos quanto dinheiro foi gasto para comprar apoios venais (Os segredos do Mensalão, 2012) e tentando descobrir a origem dessa cornucópia maldita ganhamos a certeza de que por bem ou por outra forma de ação o Brasil precisa mudar e concluímos pela extrema importância desse processo (AP470, 2012). Felizmente nosso povo é tropical, vive num país que oferece oportunidades de trabalho e lazer erodindo fanatismos e atos heroicos. Tudo tem limites, contudo, devemos e podemos mudar para melhor, nossos filhos e netos merecem esse esforço.
O Poder Judiciário, o sistema de vigilância e o policiamento não prendem e condenam todos os corruptos e corruptores, mas se prenderem e julgarem exemplarmente os criminosos que alcançarem estarão inibindo muitos outros em potencial.
Para os brasileiros mais esclarecidos não existem muitas dúvidas sobre quem deveria estar no banco dos réus, mas o que está acontecendo é por si só didático e surpreendente.
A gravidade do Mensalão está na sua origem e resultados. Se fosse levado ao pé da letra invalidaria todas as leis aprovadas enquanto existiu. O caso Carlinhos Cachoeira é o outro espaço de degradação de nossas instituições. Ao que parece existia uma enorme quadrilha da qual o homem símbolo “Carlinhos Cachoeira” é apenas o bode expiatório fácil de bater.
Nesse caso a polícia e o Ministério Público, se puderem agir, provavelmente descobrirão um processo de cooptação que vem de longe.
Temos agora esperanças, parabéns ao STF, em especial ao relator  (Ministro Joaquim Barbosa e o STF) e ao Procurador Geral da União  (ROBERTO MONTEIRO GURGEL SANTOS - PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, 2012).
Cascaes
23.9.2012
AP470. (23 de 9 de 2012). Fonte: MPF: http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/ap470
ROBERTO MONTEIRO GURGEL SANTOS - PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA. (23 de 9 de 2012). Fonte: Ministério Público Federal: http://www.pgr.mpf.gov.br/conheca-o-mpf/procurador-geral-da-republica/sobre-o-atual-pgr
Rangel, R. (19 de setembro de 2012). Os segredos do Mensalão. Veja, 62 a 67.



“Por que esta é uma prática de referência na América Latina?”


De: Pacto Global
Enviada em: Tuesday, September 18, 2012 4:19 PM
Assunto: Meio Ambiente e Anticorrupção - envie sua experiência de sucesso até o dia 30/09/2012!
Prioridade: Alta

Prezados membros do Comitê Brasileiro do Pacto Global,

Em novembro será realizado o Foro Empresarial del Pacto Mundial em America Latina y el Caribe: Responsabilidad y Sostenibilidad. O Fórum tem o propósito de conhecer as atividades do Pacto Global na região e, para isso, oferece espaço para diálogo sobre os temas da agenda latinoamericana relacionados ao Pacto.

Em sua segunda edição, o Fórum realizará a exposição de práticas de referência da região relacionadas aos Princípios 7, 8 e 9 (Meio Ambiente) e ao Princípio 10 (Anticorrupção) do Pacto Global. Assim, o Centro Regional do Pacto Global convida as empresas latinoamericanas a enviarem cases relacionados às temáticas Meio Ambiente e Anticorrupção.

Para a participar é necessário enviar uma breve descrição da iniciativa (máximo 10 linhas), acompanhada da resposta à pergunta “Por que esta é uma prática de referência na América Latina?”. Também devem ser enviados os dados do representante que apresentará o case caso ele seja selecionado. Pedimos aos interessados que enviem a candidatura para o e-mail pacto.global@undp.org até o dia 30 de setembro (no dia 01/10 se iniciará a avaliação dos cases, conforme informado no anexo).

Em caso de dúvidas, ficamos ao dispor para esclarecê-las pelo e-mail pacto.global@undp.org. Maiores informações sobre o Fórum e como participar estão disponíveis em anexo.

Com nossas cordiais saudações,

Secretaria Executiva  
Rede Brasileira do Pacto Global


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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

práticas de referência da região relacionadas aos Princípios 7, 8 e 9 (Meio Ambiente) e ao Princípio 10 (Anticorrupção) do Pacto Global


Prezados,

Para seu conhecimento.


CL Carlos Eugenio C. de Melo

De: Pacto Global [mailto:pacto.global@undp.org]
Enviada em: terça-feira, 18 de setembro de 2012 14:57
Assunto: Meio Ambiente e Anticorrupção - envie sua experiência de sucesso até o dia 30/09/2012!
Prioridade: Alta

Prezados membros da Rede Brasileira do Pacto Global,

Em novembro será realizado o Foro Empresarial del Pacto Mundial em America Latina y el Caribe: Responsabilidad y Sostenibilidad. O Fórum tem o propósito de conhecer as atividades do Pacto Global na região e, para isso, oferece espaço para diálogo sobre os temas da agenda latinoamericana relacionados ao Pacto.

Em sua segunda edição, o Fórum realizará a exposição de práticas de referência da região relacionadas aos Princípios 7, 8 e 9 (Meio Ambiente) e ao Princípio 10 (Anticorrupção) do Pacto Global. Assim, o Centro Regional do Pacto Global convida as empresas latinoamericanas a enviarem cases relacionados às temáticas Meio Ambiente e Anticorrupção.

Para a participar é necessário enviar uma breve descrição da iniciativa (máximo 10 linhas), acompanhada da resposta à pergunta “Por que esta é uma prática de referência na América Latina?”. Também devem ser enviados os dados do representante que apresentará o case caso ele seja selecionado. Pedimos aos interessados que enviem a candidatura para o e-mail pacto.global@undp.org até o dia 30 de setembro (no dia 01/10 se iniciará a avaliação dos cases, conforme informado no anexo).

Em caso de dúvidas, ficamos ao dispor para esclarecê-las pelo e-mail pacto.global@undp.org. Maiores informações sobre o Fórum e como participar estão disponíveis em anexo.

Com nossas cordiais saudações,

Secretaria Executiva  
Rede Brasileira do Pacto Global


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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Triângulo de Poder e as campanhas eleitorais



A maioria dos candidatos a cargos majoritários de representação e administração democrática criam suas estratégias mais próximas com o tesoureiro e o chefe da campanha. Naturalmente esse triângulo gera relações que depois se refletirão na forma de agir dos eleitos.
Num país em que a vida do político depende de dinheiro privado, agradar quem tem fortunas ou sabe montar esquemas é vital.
Nosso sistema Frankenstein é uma mistura que esconde o custo público, tem pouca transparência e facilmente ultrapassa os limites declarados, principalmente nas campanhas eleitorais mais cobiçadas.
As regras de mídia dos partidos centram em emissoras que depois descontam do Imposto de Renda (Decreto garante dedução do imposto de renda para emissoras obrigadas a exibir propaganda, 2012) o valor do tempo gasto. A duração do uso das telinhas é definida não raramente por candidatos eleitos por votos de legenda dados a um mais charmoso. Transformou-se em moeda de troca dos partidos. Vemos as alianças mais esdrúxulas possíveis para a conquista de alguns segundos de tempo de TV. A qualidade da propaganda depende de pesquisas e marqueteiros etc., o resultado será função de dinheiro, muito dinheiro.
Esse afunilamento obriga o cidadão brasileiro, que pretenda ocupar um cargo eletivo no Poder Legislativo ou Executivo, a se submeter a regras não escritas de bajulação a seres superiores, a quem entrega sua alma.
Estamos vendo alguns casos complexos que se extraviaram criminosamente das leis brasileiras, como é o Mensalão e o que existiu em torno de Carlos Cachoeira.
Os escândalos em todos os níveis da administração, dos municípios à União, estão levando muitos brasileiros a um processo de rejeição da Política, o que é péssimo, pois justamente as pessoas mais preparadas tecnicamente e eticamente são aquelas que fazem falta nos Palácios em qualquer democracia.
Felizmente a Ciência e a Indústria podem viabilizar alternativas. Mais cedo ou tarde a democracia representativa poderá ser direta e os governos fiscalizados de inúmeras maneiras. A internet, os computadores, as telecomunicações, a ciência em torno do processamento de dados, aumentando a confiabilidade e aprimorando facilidades darão oportunidade a qualquer cidadão de votar regularmente em leis que produzirá sem intermediários, exceto o de filtragens constitucionais e de avaliações sucessivas.
Com tantas emissoras “educativas” e dedicadas aos poderes legislativos (que o contribuinte paga) existe a possibilidade de dedicação de parte do tempo delas, diariamente, independentemente de eleições, aos candidatos e partidos políticos fazerem seu proselitismo. Teriam audiência? Isso é problema da qualidade dos debates e personagens que usarem nesse tempo.
Mais ainda, temos leis em excesso. Para quê?
Qualquer lei automaticamente gera a necessidade de fiscalização, punições, burocracia etc. O Brasil transformou-se num paquiderme tecnocrático e burocratizado. Compensou proibir tanto e criar tantas regras? A racionalização de nossas leis, decretos, normas, regulamentos etc. é uma imposição para se reduzir o custo Brasil para empresas e todos os nossos compatriotas.
Logo após a promulgação da Constituição Federal houve a necessidade, durante alguns anos, de discussão e criação de leis regulamentando nossa Carta Maior, mal feita e exageradamente grande e centralizadora na União (um absurdo). Agora o que falta é a racionalização do que foi estabelecido e isso nunca acontecerá a partir de representantes, é trabalho para um processo de Democracia Direta.
E o triângulo amoroso do Poder?
Esse deixará de ser tão significativo se, mantendo-se a democracia representativa (conservando-se a intermediação de parlamentares) tivermos o financiamento público de campanhas, campanhas que poderiam ser permanentes via rádios e emissoras de TV dedicadas à Política, liberando as emissoras convencionais para alugarem seus tempos de horário nobre a patrocinadores comerciais e industriais que pretendam propagandear seus produtos e serviços.
O suplício do candidato cavoucando dinheiro que gastará no pagamento de marqueteiros, cabos eleitorais, filmagens etc. será reduzido se todos se submeterem a plenários cibernéticos dedicados à discussão política. A Democracia Direta é nossa esperança, é quase uma utopia, contudo, pois do jeito que está “tá morto de bom” para os grandes grupos de poder.
Vamos para mais uma eleição, nada mais importante, pois, dado o cenário atual, do que conhecer e avaliar os parceiros estratégicos dos candidatos...

Cascaes
16.9.2012
Brasil, A. (20 de 8 de 2012). Decreto garante dedução do imposto de renda para emissoras obrigadas a exibir propaganda. Fonte: em.com.br ESTADO DE MINAS: http://www.em.com.br/app/noticia/especiais/eleicoes/eleicoes-bhregiao/2012/08/20/noticias_internas_eleicoes,312775/decreto-garante-deducao-do-imposto-de-renda-para-emissoras-obrigadas-a-exibir-propaganda.shtml


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Uma Semana da Pátria para sempre



Finalmente podemos comemorar uma Semana da Pátria relevante, positiva e com destaques que merecem respeito.
Nesses dois últimos anos constatamos que, a despeito de todos os preconceitos, elegemos uma Presidente da República que sabe governar.
O povo brasileiro pressiona para que sua lei, formada dentro de um processo de Democracia Direta, votando via internet, a Lei da Ficha Limpa, vigore em sua plenitude e o Poder Judiciário vai tomando consciência de suas falhas, corrigindo-as gradativamente graças ao CNJ e agora, de forma esplendorosa, julgando os acusados pelos inquéritos do Mensalão.
O Brasil finalmente vive um período de redução de juros e impostos, apesar de recaídas inacreditáveis, como a aplicação de algumas leis estranhas, mal feitas, provocadoras e inibidoras do que nosso país mais necessita: gente empreendedora e capaz de gerar postos de trabalho produtivos.
Entre tudo o que acontece o mais importante em termos de organização de qualquer estado é a qualidade do Poder Judiciário. Vivíamos uma expectativa negativa que agora parece mudar. Precisamos de julgamentos eficazes e nossas leis, pela fragilidade delas, carecem do amparo da inteligência, competência e honestidade de nossos juízes. De forma surpreendente vimos a Dra. Eliana Calmon enfrentando palacianos poderosos e agora os primeiros grandes resultados criados pelas análises e pressões populares com o julgamento do Mensalão. Parabéns ao STF.
É importante registrar que esquemas tipo mensalão parecem existir por todo lado e em todos os níveis. Talvez agora todos tomem mais cuidados, pois o STF está enquadrando corruptores e corruptos ou simplesmente políticos que aprenderam com seus mestres a arte de cooptar e cobrar favores. Quem sabe, descrentes da natureza humana, simplesmente abandonaram ideais que em algum tempo de suas vidas foram significativos e capazes de levá-los a atos extremos.
Pátria, uma figura bem explicada nos livros de Eric Hobsbawm e resumida em (Chauí, 2000), é um mito necessário à organização do Estado num cenário de competições ferozes. A sobrevivência de qualquer comunidade depende de união e propósitos comuns, mais ainda quando nela encontramos centenas de nações unidas e formando um país de dimensões geográficas continentais.
O ser humano é bem definido por inúmeros pensadores, sociólogos, psicólogos e estudiosos em geral. Não mudará substancialmente com religiões e ideologias, precisando permanentemente de educação e mitos para conviver com seus semelhantes de maneira harmoniosa. Assim leis inteligentes e um Poder Judiciário com credibilidade são essenciais à manutenção do Brasil com seus desafios colossais, entre eles o resgate de uma enorme população marginalizada.
A Semana da Pátria ganha sentido quando temos orgulho de onde nascemos. Para isso nossos grandes líderes devem ser e ter boa imagem, estarem acima de qualquer suspeita. A sensação que tínhamos era a de que os deuses do Olimpo poderiam fazer o que bem entendessem... Agora eles próprios devem imaginar que o foro privilegiado é um beco sem saída, recorrer a quem?
É triste ver pessoas que poderiam estar noutra situação serem condenadas e humilhadas. Infelizmente precisamos de ações dessa espécie para inibir crimes e delitos semelhantes.
A Semana da Pátria agora pode ser festejada, ganhou significado.

Cascaes
5.9.2012

Chauí, M. (2000). Brasil, Mito fundador e sociedade autoritária. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo.

domingo, 2 de setembro de 2012

A moralização do processo político


A moralização do processo político
Uma postura que precisa ser corrigida é a de aceitação de nossas leis. Nossa democracia não é imune a defeitos que descobrimos até em nações desenvolvidas do “Primeiro Mundo”, mas o deboche das cortes existentes em relação ao povo em geral atingiu níveis extremos, colocando em dúvida nossas instituições mais sagradas.
Um país com dimensões continentais e diversidade enorme precisa ter um povo unido, um mito de existência. A crença na liberdade, na democracia e nos três poderes da República é algo que pode unir ou fragmentar o Brasil, se o seu povo perder esperanças.
Infelizmente diante de desafios de moralização algumas lideranças e ocupantes de cargos que deveriam estar acima de qualquer suspeita cometeram deslizes inacreditáveis ao longo desses últimos anos. A desesperança tomou conta de nossas convicções, levando-nos a imaginar soluções ou simplesmente esquecer o que acontece entre um escândalo e outro.
Parece que estamos mudando, que vamos a partir do julgamento do Mensalão ter um novo Brasil. Essa é a visão de especialistas e de brasileiros em geral, descobrindo que os donos do poder podem sentar no banco dos réus e, apesar de gastarem muito com advogados de primeira linha, receberem sentenças que deverão inibir fatos semelhantes na União, estados e municípios. Cria-se jurisprudência e aumenta tremendamente a fé no Poder Judiciário.
É triste ver pessoas que pareciam ser capazes de bom governo serem condenadas dessa forma, mas erraram feio e agora merecem o que ouvem.
Com certeza estamos longe dos principais líderes. O poder de alguns assusta e recomenda um processo que esperamos vir a ser gradativo, varrendo para detrás das grades os maiores responsáveis, ou, pelo menos, vacinando o povo contra a demagogia que distraia nossa gente.
O mensalão é apenas um dos muitos casos a serem analisados com profundidade, se não pelo Poder Judiciário, teremos nas próximas décadas tempo para explicar muita coisa com dados e fatos ao longo de nossa história recente.
A sensação é que o Brasil foi mobilizado para desviar a atenção de todos e facilitar articulações. Greves inexplicáveis causam um prejuízo colossal ao país, é o preço dessa revolução ética que o STF promove.
Corruptores e corrompidos precisam perder poder. Há muito a ser feito, principalmente na inibição de atos ilícitos a partir dos verdadeiros poderosos da nação, escondidos em seus gabinetes longe de Brasília. Na política é urgente o financiamento público, explícito e transparente de campanhas e a reforma do processo eleitoral, talvez adotando pouco a pouco a democracia direta, sem intermediários.
Estamos ganhando fé no Brasil por sentenças, votos e estratégias do STF. Esse processo de tratamento intensivo marcará a história do Brasil e servirá de exemplo a muitas nações que tendem acintosamente para comportamentos estranhos. Se o Brasil tiver capacidade de servir de modelo para a América Latina muitos “Hermanos” devem estar comparando atitudes e talvez iniciando um processo de reversão do desmonte da democracia em seus países...
A grande mensagem é que num país democrático e livre ninguém está acima das leis aprovadas regularmente. As estratégias de criação de brasileiros acima da lei esbarraram na Procuradoria Geral da União e no STF, ufa!
Cascaes
30.8.2012

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

ORIDES MEZZAROBA CRITICA O PAPEL DA JUSTIÇA NAS ELEIÇÕES

ORIDES MEZZAROBA CRITICA O PAPEL DA JUSTIÇA NAS ELEIÇÕES O professor e doutor de direito eleitoral e partidário da UFSC Orides Mezzaroba criticou o papel da Justiça no processo eleitoral, que segundo ele reduz a participação popular e a consolidação da democracia no país. A Justiça interfere na vida dos partidos e por consequências da sociedade, fruto do comportamento apreendido no período militar de controle dos partidos e para para impedir a democratização do país, afirma Mezzaroba. Veja a entrevista: http://www.youtube.com/watch?v=II91HinRycg TV Floripa - Canal 4 NET Florianópolis Dica do amigo GS

domingo, 26 de agosto de 2012

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

COPA, OLIMPÍADAS E ELEIÇÕES: QUAL É O LEGADO PARA A SUA CIDADE?


COMUNICADO
Adiamento do Encontro com Candidatos em Curitiba 20/08
Prezados
No intuito de garantir uma melhor mobilização e participação da sociedade civil e
manter a mesma repercussão na mídia obtida nos eventos realizados nas demais
cidades já visitadas, os organizadores nacionais do encontro ‘COPA, OLIMPÍADAS E
ELEIÇÕES: QUAL É O LEGADO PARA A SUA CIDADE?”, optaram por adiar o evento
previsto para o dia 20 de agosto, em Curitiba, para o dia 11 de setembro, às 9h30, em
local a ser informado posteriormente.
Pedimos desculpas pelo transtorno causado e permanecemos à disposição para
esclarecer eventuais dúvidas.
Atenciosamente,
Atletas pela Cidadania
Victor Barau (11) 30377112
Instituto Ethos - Jogos Limpos
Felipe Saboya (11) 38972400
Rede Brasileira de Cidades Justas e Sustentáveis
Zuleica Goulart (11) 3894.2400

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Comitê 9840 - reunião - terça-feira, dia 14/08, às 17h00, na sede da OAB/PR


O Comitê 9840 tem a satisfação de convidar esta entidade para a reunião que será realizada na próxima terça-feira, dia 14/08, às 17h00, na sede da OAB/PR, na Rua Brasilino Moura, 253 – Ahú, na qual serão apresentadas as ações que vem sendo colocadas em prática, bem como discutir nossos próximos passos.

Entre outros pontos, destacamos está o lançamento do disk denúncia e do sítio eletrônico do comitê, além disso nas próximas semanas iremos promover reuniões com os candidatos a prefeito de Curitiba, eventos para os quais alguns dos principais concorrentes já confirmaram presença.

Contamos com sua presença e com suas sugestões, fundamentais para o sucesso da nossa iniciativa.


Atenciosamente,

Comitê 9840 de Curitiba e Região Metropolitana.
Coordenador
César Augusto Moreno